Noventa e quatro, 3 mil milhões de kwanzas é o montante que o Executivo prevê gastar com a admissão de novos técnicos para o reforço de sectores estratégicos como a Saúde, Educação e Ensino Superior. Porém, líderes das forças sindicais destes três sectores advertem que a quantia pode estar aquém das necessidades
O montante acima referi do, de acordo com documentos a que OPAÍS teve acesso, vai ser repartido em função das necessidades de cada área, sendo o Ministério da Saúde (MINSA) o que vai consumir a maior fatia do bolo, estimada em 25,28 mil milhões de kwanzas.
O Ministério da Edu cação aparece em segundo lugar com despesas avaliadas em 21,98 mil milhões de kwanzas e, por último, o Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), com 15,64 mil milhões de kwanzas.
Representantes sindicais dos três setores, ouvidos por este jornal, manifestaram forte preocupação com a proposta de distribuição do Orçamento Geral do Esta do (OGE) para 2026, considerando que os recursos alocados são insuficientes para responder às necessidades reais do país.
Alertam que, ainda assim, não se vai acabar com a escassez de quadros, a sobrecarga de trabalho, a degradação das condições laborais e o impacto directo destes problemas na qualidade dos serviços prestados à população.









