Os escuteiros da província da Huíla esperam do Papa Leão XIV, durante a sua visita a Angola, marcada para Abril próximo, o reforço dos valores éticos e morais, e uma mensagem de engajamento prático pelo bem comum e em prol dos mais vulneráveis. Alguns membros da Associação dos Escuteiros de Angola (AEA) disseram que a vinda do Papa é encarada como um “momento singular” e histórico para a Igreja e a Nação, trazendo à tona uma reflexão sobre a reconciliação e o fortalecimento dos valores humanos.
Domingos Tavares ressaltou que a visita representa a esperança de uma vida melhor, no sentido de o Santo Padre trazer nos seus discursos palavras de incentivo à liderança do país para apostar na formação dos jovens, na força de trabalho e na disponibilidade de serviços que favoreçam o crescimento.
Augurou poder ouvir do líder do Vaticano a comunhão, a unificação entre irmãos, a chamada de atenção aos políticos sobre o cuidado com os mais pobres, fazendo compreender que, no exercício da função, os gestores devem comprometer-se com o bem comum.
Para a caminheira Yamileth José, a visita do Papa significa esperança e renovação espiritual, um sinal de que Angola não está esquecida e a juventude tem um papel importante na construção de uma sociedade mais justa. Ressaltou que espera ouvir do Papa uma mensagem, não só de unidade, mas também de responsabilidade e compromisso, que incentive uma juventude mais activa, íntegra e agente da mudança, começando na sua própria comunidade.
Acrescentou que é um evento de reflexão, reconciliação e fortalecimento dos valores humanos, num país em que os jovens estão dispostos a colaborar no desenvolvimento do país, com fé, coragem, trabalho e serviço ao próximo.
Outro escuteiro, Graciano Canjongo Prata, ressaltou que a visita deve ser vista como um sinal de esperança e unidade para um país com desafios sociais, pelo que a presença do Sumo Pontífice virá reforçar a fé das pessoas e motivar a vivência dos valores e serviço da fraternidade e do bem comum. Frisou que a juventude angolana é resiliente, quer oportunidades para continuar a estudar, a trabalhar e a servir ao país.








