Os moradores do Zango 3 e 4 queixam-se de estarem a ser invadidos pelo lixo por conta da não recolha que se verifica constantemente desde que passaram a pertencer à província de Icolo e Bengo. Administração do Calumbo admite dificuldades e diz que recorre, de forma pontual, a cooperativas
A acumulação de lixo nas vias públicas dos distritos do Zango 3 e 4 tem gerado cres- cente preocupação entre moradores, que denunciam falhas constantes na recolha de resíduos sólidos desde que estas zonas passaram a integrar a província do Icolo e Bengo. Em vários pontos, os amontoados de lixo estendem-se até às estradas, aproximam-se de residências e estabelecimentos comerciais e representam um risco para a saúde pública.
O cheiro nauseabundo, as moscas e a fumaça resultante da queima do lixo tomam conta das ruas, onde os moradores mostram- se agastados com a situação e sem muita esperança de verem as ruas limpas como noutrora. Um dos moradores afectados é Policarpo da Costa, residente no Zango 4, que afirma viver uma situação “extremamente difícil”.
Segundo relatou, há mais de dois meses que a recolha de lixo não ocorre de forma regular, obrigando os moradores a depositarem o lixo em contentores já completamente saturados. “Nos últimos dois meses, o lixo só foi recolhido duas vezes. Houve um momento em que o monte ultrapassava dois metros de altura e chegou a ocupar toda a estrada. Tivemos de conviver com as moscas, vermes e um cheiro insuportável”, contou.
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