Ao proceder a entrega formal da referida oferta, no Instituto Nacional de Meteorologia (INAMET), o embaixador extraordinário e plenipotenciário da República da Coreia do Sul em Angola, Kwangjin Choi, qualificou a actividade como simbólica, para celebrar um marco importante na segurança e protecção do povo angolano
Kangjin Choi assegurou que a embaixada está a financiar a instalação de estações de detecção de actividade sísmica em colaboração com o Instituto Nacional de Meteorologia de Angola (INAMET).
“Serão instaladas quatro estações de alta precisão para detecção de actividade sísmica em todo o país, designadamente, uma na Ganda (Benguela), outra no Kwanhama (Cunene) e outras duas na Chicomba (Huíla) e no Tômbwa (Namibe)”, disse Kwangjin Chio, para que, com essa rede robusta de sensores, será possível detectar e analisar essas actividades e salvar vidas preciosas. Segundo o diplomata coreano, a Coreia do Sul compreende a importância vital da tecnologia na segurança pública.
Os equipamentos entregues constituirão um novo conjunto de olhos para os geólogos e especialistas de segurança do INAMET, permitindo detectar, analisar e prevenir desastres naturais.
Aproveitando a ocasião dos 34 anos de relações bilaterais entre a Coreia do Sul e Angola, Kwanjin Chio disse que o acto era apenas um dos muitos sinais de forte amizade entre ambas as nações. “Continuaremos a trabalhar de forma estreita com o Governo de Angola, para melhorar o bem-estar e a segurança da população em geral”, garantiu. Por sua vez, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias Informação e Comunicação Social de Angola (MINTTICS), Mário de Oliveira, considerou que o apoio representa um passo significativo, no reforço da capacidade nacional de monitorização sísmica.
“Estamos aqui para prestigiar a entrega oficial dos sensores sísmicos adquiridos no âmbito da estreita cooperação com a República da Coreia do Sul. Este gesto reveste-se de enorme importância para o nosso país, pois, esses equipamentos são fundamentais para a garantia da segurança das populações e das infra-estruturas, bem como para o avanço de estudos científicos, no domínio da geologia e da geofísica”, realçou o ministro, para quem esses estudos impactam, significativamente, sectores sócio-económico estratégicos.
Por: Alberto Bambi









