O mercado do Chapanguele, que está a 90 por cento do nível de execução, vai ser entregue à população apenas no segundo semestre de 2026, segundo garantias do ministro da Construção, Urbanismo e Habitação, Carlos Alberto dos Santos, e do governador Ma- nuel Nunes Júnior, depois de terem visitado as obras do empreendimento. Informações obtidas no local junto da Omatapalo associaram o atraso a constrangimentos de natureza financeira, numa altura em que a sociedade civil contesta o não cumprimento de prazos
A sociedade lobitanga, com destaque para activistas, tem estado a questionar a data para a entrega de um mercado que, segundo projecções, deve albergar mais de três feirantes. Essa posição tem sido sustentada com o facto de as projecções iniciais, inicialmente previstas para 2024/2025, não terem sido cumpridas.
O activista Dino Calei tem acusado, repetidas vezes, o Governo de faltar à palavra empenhada, ao argumentar que a população do Lobito tinha direito de saber a data certa para a entrega do empreendimento, depois de várias promessas feitas.
Este jornal soube junto de fontes da Omatapalo, empresa construtora do mercado, que as obras estão a 90 por cento do nível de execução e associa a falta de cumprimento dos prazos a problemas decorrentes da falta de pagamentos, um assunto, aliás, posto ao corrente ao ministro da Construção, Urbanismo e Habitação, Carlos Alberto, na visita que o governante efectuou ao mercado, tal como este jornal tinha avançado, na edição de sexta-feira passada.
POR:Constantino Eduardo, em Benguela









