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Agência contra Minas estima 60 milhões de metros a serem desminados no país

Jornal Opais por Jornal Opais
20 de Março, 2025
Em Sociedade

Angola regista ainda uma contaminação remanescente de 975 áreas minadas conhecidas, representando uma superfície estimada de 60 milhões de metros, revelou, nesta quarta-feira, em Luanda, o director-geral da Agência Nacional de Acção contra Minas (ANAM), Leonardo Severino Sapalo

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Conforme o director, citado pela Angop, o custo estimado para a conclusão da desminagem de todas as áreas minadas conhecidas ainda é elevado, pelo que o Executivo angolano continua a mobilizar e disponibilizar os recursos necessários, contando, igualmente, com o apoio da comunidade internacional.

Leonardo Sapalo falava na apresentação da sessão de vídeo do fotógrafo Cassandre Nativel, que serviu também para abordar o tema “uma Angola sem minas terrestres: oportunidades e desafios”.

O responsável disse que têm sido descobertas novas áreas minadas em várias localidades, com destaque nas províncias do Bié, Cuando, Cubango, Malanje, Moxico e Moxico Leste. Para si, as províncias do Mo- xico, Moxico Leste, Bié, Cuando, Cubango e Cuanza-Sul continuam no topo das preocupações no segmento da desminagem no país.

Informou que durante o ano de 2024, foram libertadas 64 áreas, numa acção em que o Governo de Angola contou com o apoio dos operadores públicos, ONGs nacionais e internacionais, bem como operadores privados.

“A escassos meses para o término do período vigente para o cumprimento das obrigações ao abrigo do artigo 5° da Convenção sobre a proibição do uso de minas anti-pessoal, e por existir ainda um número considerável de áreas por desminar, a República de Angola vê-se forçada a apresentar o terceiro pedido de prorrogação do prazo de cumprimento de desminagem de todas as áreas minadas conhecidas”, explicou.

Leonardo Sapalo informou que, desde a sua adesão à convenção, o Governo de Angola e seus parceiros nacionais e internacionais têm vindo a desenvolver várias acções de desminagem, educação sobre risco de engenhos explosivos e assistência às vítimas destes artefactos que permitiram, entre outros, implementar vários projectos comunitários, de reconstrução e desenvolvimento.

Os projectos abarcam os sectores das obras públicas, agricultura e florestas, energia e água, transportes, turismo, educação, saúde e geologia e minas. “Estas acções demonstram o empenho do Governo de Angola e parceiros em cumprir com as obrigações inerentes à convenção sobre a proibição de minas anti-pessoal e garantir que as populações possam ter acesso à terra e usá-la de forma segura, através da implementação de projectos de desenvolvimento socioeconómico”, realçou.

Apontou como conquistas desta iniciativa a diminuição de acidentes com minas e outros engenhos explosivos, a livre circulação de pessoas e bens, reassentamento das populações, extensão dos centros urbanos, assim como expansão e acesso às terras para agricultura e pastorícia.

Lembrou que a desminagem contribuiu para a construção de centralidades, hospitais, es- colas e outras infra-estruturas sociais, melhoramento do acesso às áreas de conservação da biodiversidade e das zonas turísticas. Leonardo Sapalo agradeceu à Embaixada do Reino da Bélgica pelo apoio financeiro ao programa de acção contra minas e pela co-realização do evento, assim como aos demais doadores internacionais e todos os operadores de desminagem.

Na ocasião, o embaixador do Reino da Bélgica em Angola, Stéphane Doppagne, afirmou que, nos últimos cinco anos, a Bélgica tem apoiado com mais de 2,3 milhões de euros aos esforços da desminagem em Angola, principalmente nas províncias do Cuanza-Sul, Cuanza-Norte e do Bengo.

“As minas terrestres são um legado de um passado doloroso, mas também representam um obstáculo significativo para um futuro próspero. Elas impedem o desenvolvimento agrícola, dificultam o acesso à educação e à saúde e perpetuam um ciclo de pobreza e insegurança”, salientou.

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