O grupo União Sagrada Esperança homenageou, em seu desfile, os profissionais que actua no sector das pescas, desde pescadores, vendedeiras até os escaladores.
Sob liderança de Osvaldo Pimentel, o grupo dançou ao ritmo do Semba e trouxe a pista da nova Marginal a euforia de quem faz do mar o seu local de sustento.
Na sua alegoria, o grupo procurou destacar os reis de Angola com uma figura que ilustrava a liderança e resiliência da rainha Njinga Mbande uma das grandes guerreiras da resistência anticolonial.
Rei Mandume e a história igreja do Culumbimbi, também ganharam destaaque no desfile do grupo que trouxe de um pouco na sua exibição.
Na sua actuação, o conjunto procurou combinar gastronomia, turismo, arte e tradição trazendo o ritmo vibrante do Semba na voz de Manuel da Rocha que cantou na língua kimbundu.
Pouco mais de 350 pessoas formavam o grupo União Sagrada Esperança, um dos mais históricos do município do Rangel, que foi o quarto a desfilar no dia central do carnaval da capital.









