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Lixo hospitalar no perímetro residencial preocupa

Jornal Opais por Jornal Opais
17 de Janeiro, 2023
Em Sem Categoria

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Os moradores do bairro 11 de Novembro, periferia da cidade de Mbanza Kongo, província do Zaire, estão preocupados com a deposição de quantidades consideráveis de lixo hospitalar no perímetro residencial, por indivíduos desconhecidos

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Ouvidos essa Segunda-feira pela ANGOP, os moradores afirmaram que o referido lixo hospitalar é depositado no período nocturno, pelo que pedem às autoridades competentes para a remoção do mesmo, por constituir uma ameaça à saúde pública.

Para Sebastião Nginayame, morador, considerou insuportável o cheiro nauseabundo que o referido lixo exala todos os dias, obrigando, muitas vezes, os moradores a permanecer no interior de casas com portas e janelas fechadas.

“Temos ouvido, durante a noite, sons de motorizadas a circular naquele perímetro da lixeira.

Presumimos que o lixo tem sido transportado por motorizadas de três rodas”, contou.

De acordo com o interlocutor, há dias, um adolescente que geralmente frequenta a lixeira em busca de garrafas plásticas e outros objectos, deparou-se com uma parte de um dos membros inferiores do corpo humano enrolada numa ligadura.

Nsimba Menayame, camponês, contou que diariamente encontra naquele espaço, quantidades consideráveis de lixo hospitalar como seringas, agulhas, borboletas, sistemas, frascos de ampolas e vasilhames de soros.

Por sua vez, António Filipe, também morador, pediu a quem de direito para a remoção desses resíduos sólidos hospitalares que podem provocar doenças à comunidade devido à inalação constante de cheiro nauseabundo.

“Essa lixeira constitui uma ameaça à nossa saúde.

Muitas crianças menores de 15 anos frequentam esse espaço sem qualquer protecção facial”, referiu.

A referida lixeira dista três quilómetros do centro da cidade de Mbanza Kongo, na estrada de acesso ao município do Cuimba.

Inspecção Municipal de Saúde desconhece a situação O inspector da Direcção Municipal da Saúde em Mbanza Kongo, Nsadiso Luzolo Alemão, disse desconhecer a existência de uma lixeira contendo resíduos hospitalares no município sede.

A fonte disse à ANGOP, que apenas há dois anos em que algumas unidades sanitárias privadas foram flagradas pelas autoridades sanitárias locais e pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) a depositar lixo hospitalar em locais impróprios.

“De lá para cá, nunca mais registamos ocorrência do género”, acrescentou, desmentindo a denúncia dos moradores do bairro 11 de Novembro.

Revelou que em 2020 foi encontrada numa das lixeiras do município sede, parte de um corpo humano que oportunamente foi removida pelas autoridades sanitárias na circunscrição.

Administração promete responsabilizar os infractores

A  Administração Municipal de Mbanza Kongo prometeu trabalhar para identificar e responsabilizar os autores desse acto considerado transgressão administrativa.

Para o director municipal do Ambiente e Saneamento Básico, Pedro Divayica Tomás, as unidades sanitárias quer públicas como privadas são constantemente advertidas para a deposição adequada do lixo hospitalar produzido por essas instituições.

“Voltamos a apelar aos centros médicos, postos de saúde, farmácias e hospitais existentes na nossa cidade para evitarem depositar o lixo hospitalar ao ar livre, por constituir uma ameaça à saúde pública”, aconselhou.

Para o responsável, quem for apanhado a proceder desta forma será responsabilizado e multado, de acordo com as normas de transgressão administrativa em vigor.

Informou que a Administração Municipal já identificou na localidade do Lambu, arredores da cidade de Mbanza Kongo, um espaço de sete hectares onde será construído um aterro sanitário para se acabar com tais práticas.

Acrescentou que a construção de um aterro sanitário consta dos projectos inscritos pela Administração Municipal para a segunda fase da implementação do Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM).

O município de Mbanza Kongo não dispõe de um aterro sanitário, desde a era colonial.

O lixo produzido é depositado em contentores para depois ser transportado para os arredores da cidade onde é incinerado.

A cidade possui 21 contentores metálicos de cinco metros cúbicos cada, distribuídos pelos bairros Sagrada Esperança, Álvaro Buta, 11 de Novembro, 4 Fevereiro e Martins Kidito.

De acordo com a fonte, diariamente, são recolhidas mais de 100 toneladas de lixo.

Mbanza Kongo tem uma população estimada em mais de 155 mil habitantes.

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