OPaís
Ouça Rádio+
Dom, 22 Mar 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Falta de recursos humanos e fiscalização contribuem para o excesso de prisão preventiva

A população penal na província da Huíla está composta por 1439 reclusos, dos quais 1034 em prisão preventiva, o que constitui uma preocupação para a direcção dos Serviços Prisionais. Para a juíza de Garantia do Tribunal da Comarca do Lubango, Antonina Kalupeteka, vários são os factores que têm contribuído para isso, como a falta de fiscalização e a carência de recursos humanos

Jornal Opais por Jornal Opais
15 de Maio, 2024
Em Sem Categoria

A informação foi passada pela juíza de Garantia do Tribunal da Comarca do Lubango, Antonina Kalupeteka, durante um fórum emitido quinzenalmente pela Rádio Mais, na cidade do Lubango, capital da província da Huíla.

Poderão também interessar-lhe...

Concluída demolição de edifícios degradados em Luanda e Cuanza Sul

SODIAM prevê produzir 15 milhões de quilates de diamantes em 2026

Ministro da Energia e Águas avalia projectos em Malanje e Lunda Norte

A população penal na província da Huíla está composta por 1439 reclusos, dos quais 1034 em prisão preventiva, o que constitui uma preocupação para a direcção dos Serviços Prisionais.

Para a juíza de Garantia do Tribunal da Comarca do Lubango, Antonina Kalupeteka, os casos de excesso de prisão preventiva, cuja prorrogação deve ser ditada por um juiz de garantia, a requerimento do Ministério Publico, deve-se a inúmeros factores que vão desde a falta de instrutores processuais, bem como a inexistência de fiscalização dos organismos afins.

“A falta de recursos humanos para instruir os processos em tempo recorde, a falta de fiscalização…, pois pode ser que o indivíduo está internado há mais de 18 meses de prisão efectiva, mas, como não houve fiscalização, então regista-se o excesso.

Nestas situações, quando se concluir que o indivíduo não cometeu aquele crime, ele é posto em liberdade, por se considerar esgotados os fundamentos que determinaram a sua aplicação, mas, se sentir que foi lesado, pode intentar uma acção contra o Estado”, afirmou.

Sem adiantar números de casos de cidadãos que intentaram acção contra o Estado, a Magistrada Judicial disse que não é prática, pois os cidadãos ou advogados ainda não pelejam a favor dos direitos fundamentais dos cidadãos.

Segundo disse, a prisão preventiva não prova que uma certa pessoa terá cometido um determinado crime que lhe é imputado, porém, é decretada em função dos indícios que podem ser aferido por via de flagrante delito, com arma usada no cometimento de crimes ou indícios do mesmo.

Antonina Kalupeteka informou que a mesma obedece prazos legais que podem ser prorrogáveis mediante normas legais previamente estabelecidas, que vão de 24 horas a quatro meses.

“O prazo para a prisão preventiva varia consoante a fase que o processo se encontra. Se, porventura, estivermos na fase de instrução preparatória, que é a fase preliminar de recolha de provas para imputar aquele facto ao arguido, a prisão preventiva tem a duração de quatro meses efectivos.

Terminado este período, se o arguido não for acusado, deve ser restituída a liberdade por esgotamento de prazo, mas este prazo pode ser alargado se, eventualmente, o crime se revestir de especial complexidade que justifique tal alargamento.

Se estivermos na fase de julgamento, o prazo é de seis meses, também podendo ser alargado, na fase de execução, que pode ir até aos 18 meses”, explicou.

 

Por: João Katombela, na Huíla

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

Concluída demolição de edifícios degradados em Luanda e Cuanza Sul

por Jornal OPaís
19 de Março, 2026

O Executivo angolano concluiu recentemente a demolição de três edifícios em estado avançado de degradação nas províncias de Luanda e...

Ler maisDetails

SODIAM prevê produzir 15 milhões de quilates de diamantes em 2026

por Jornal OPaís
12 de Fevereiro, 2026

O presidente do Conselho de Administração da SODIAM, Bravo da Rosa, informou, recentemente, que o país está a envidar esforços...

Ler maisDetails

Ministro da Energia e Águas avalia projectos em Malanje e Lunda Norte

por Domingos Bento
29 de Janeiro, 2026

O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, realizou, nesta quinta-feira, 29, uma visita de constatação aos principais projectos...

Ler maisDetails

Palancas Negras batem-se hoje com Mambas na preparação para o CAN

por Jornal OPaís
17 de Dezembro, 2025

Os Palancas Negras medem forças, nesta tarde, com Moçambique, em Portugal, a partir das 16:00, no quadro da preparação para...

Ler maisDetails

MINSA homenageia profissional de saúde vítima de acidente em Cabo Ledo

21 de Março, 2026

Clássico 91 entre 1º de Agosto e Petro de Luanda adiado ‘sine die’

21 de Março, 2026

Exéquias de Rui Mangueira iniciam hoje em Lisboa

21 de Março, 2026

MPLA anuncia redução do próximo Comité Central para 593 membros

21 de Março, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.