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Desmantelado grupo de marginais que violou sexualmente duas irmãs na Huíla

Jornal Opais por Jornal Opais
8 de Janeiro, 2024
Em Sem Categoria

A Polícia Nacional na Huíla procedeu recentemente ao desmantelamento de um grupo de marginais que se dedicava a assaltos à mão armada em residências, cuja sua última acção ficou marcada com a violação sexualmente contra duas irmãs menores, enquanto faziam os pais de reféns, na cidade do Lubango

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O grupo, composto por 12 elementos, com idades compreendidas entre os 19 aos 35 anos, se dedicava a prática de assaltos no interior de residências com recurso a arma- de-fogo do tipo AKM, durante os meses de Novembro e Dezembro do ano passado.

Este grupo de malfeitores tinha por preferência os bairros de Nambambe, Lucrécia e Dack Doy, nos arredores da capital huilana, tendo como bens de eleição eletrodo- mésticos garrafas de gás butano, colchões, computadores, telefones, para além de dinheiro. A última acção do grupo aconteceu no bairro Lucrécia, onde quatro dos 12 elementos entraram nu- ma residência e abusaram sexual- mente de duas menores.

Segundo o pai, que prefere não se identificar, o líder do bando, já no quarto do casal, exigia que se lhes fosse entregue ouro e dinheiro, sob fortes ameaças de morte com armas apontadas na cabeça. Um deles chegou a colocar uma faca nos órgãos genitais da sua esposa enquanto exigia que entregas- sem dinheiro.

“Eram duas horas da manhã, quando eles entraram na nossa casa e nem sei como. Deram-me uma coronhada da cabeça, introduziram uma faca nos órgãos genitais da minha mulher. Foi um momento de terror. A minha mulher deu o dinheiro que tinha na pasta da bebê, e levaram”, descreveu. O chefe de família diz que durou uma hora a acção dos marginais.

Por outro lado, revelou que só se apercebeu que as filhas estavam a ser abusadas pelos seus gritos. Ante aos horrores vividos, o nosso interlocutor saúda a perspicácia da Polícia Nacional pela detenção dos meliantes, pelo que apela aos órgãos que administram a justiça na província da Huíla, para que façam justiça pelos crimes cometidos por estes indivíduos.

Bebê-G confirma ter violado as duas irmãs

O grupo de marginais que aproveitou-se do mês de Dezembro para aterrorizar muitas famílias huilanas, particularmente do município do Lubango, é liderado por cidadão nacional de 31 anos de idade, identificado apenas por Bebê-G. Bebê-G tem inúmeros passagens pela polícia implicado na prática de diversos crimes, com desta- que para roubos com recuso a arma-de-fogo em residências e armazéns. Depois de detido, o líder do grupo de marginais confessou a autoria do crime de assalto e violação das duas menores de 15 e 13 anos de idade.

“Praticamente o assalto se fez, o que se diz sobre a violação é verdade, foram duas miúdas, não me lembro o dia em que tudo isso aconteceu” disse. No bairro Nambambe, concreta- mente no mercado do Mutundo, Bebê-G liderou um assalto a um dos Armazéns do Grupo Carrinho, onde subtraíram 26 milhões de Kwanzas. Segundo o chefe de secção do Departamento de Investigação dos Ilícitos Penais do Comando Municipal do Lubango, Alfredo Kelson Tchissenda, para entrarem no referido armazém os marginais contaram com a ajuda de um antigo funcionário do mesmo que passou-lhes toda a informação. “Eles tiveram contacto com um dos guardas que já não trabalha naquela empresa, renderam os seguranças, amarraram-nos e os amordaçaram”, revelou.

Recrutamento de mulheres no grupo

Para a prática das suas ações delituosas, o grupo de marginais recrutava também mulheres com idades entre os 19 aos 33 anos. Estas mulheres, na sua maioria com condições de vida menos favoráveis, tinham como missão esconder o líder do grupo quanto estivesse a ser procurado pela Polícia, bem como guardar as armas usadas nestas práticas. Ao todo são quatro mulheres, na- moradas do líder, e dentre as quais uma tinha a tarefa de receber e vender os bens roubados. Uma das jovens, de 19 anos de idade, identificada por Nadi, mãe de um menor de um ano de idade e grávida de um mês, foi detida pelos efectivos do DIIP quando pretendia viajar para a província do Namibe com duas armas de fogo no interior de um baú.

POR: João Katombela, na Huíla

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