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UNITA e PRS no Huambo acusam MPLA de cultivar intolerância política na província

Os secretários provinciais do PRS e UNITA, na província planáltica do Huambo, acusaram os concorrentes do MPLA naquela circunscrição de monopolizar a política, alegando que o partido governante tem estado a instrumentalizar as instituições do Estado

João Feliciano por João Feliciano
27 de Maio, 2024
Em Política

Em declarações ao jornal OPAÍS, o secretário provincial da UNITA, Apolo Yakuvela, fala mesmo em desaparecimento de cidadãos que pensam diferente, e de exonerações de autoridades tradicionais pelo director provincial da Cultura. Apolo Yakuvela referiu que não raras vezes o partido do “Galo Negro” recebe informações de cidadãos a denunciarem actos de ameaças praticados até por gestores públicos, como é o caso recente, envolvendo o administrador municipal do Ukuma contra as autoridades tradicionais.

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O político referiu que viram, muitas vezes, actos públicos de massa da UNITA a ser reprimido por agentes da Polícia Nacional, assim como a “obrigatoriedade de possuir um cartão de militante do MPLA para se aceder a instituições do Estado”. “Há uma falta de aceitação para com o próximo no Huambo, sobretudo àqueles que não comungam com o partido de Estado”, disse o secretário provincial da UNITA no Huambo.

Segundo Apolo Yakuvela, os municípios do Bailundo, do Cachiungo, do Ukuma, assim como o município sede, são os que mais registam casos de intolerância política, envolvendo os administradores destas localidades. Ademais, afirmou que, há dois meses, o representante da UNITA, na comuna de Kakoma, no município do Ukuma, foi brutalmente espancado por elementos não identificados, mas que acredita serem do partido MPLA.

Outro assunto que configura também acto de intolerância, de acordo com o político da UNITA, é o desaparecimento constante de mototaxistas, cuja investigação disse não serem tidas nem achadas pelos órgãos de defesa e segurança.

Bipolarização da actividade política

Por seu turno, o secretário do Partido de Renovação Social (PRS), António Selende, afirmou que a UNITA e o MPLA tentam bipolarizar o exercício da política no Huambo, protagonizando, nalguns casos, actos de pugilato entre os militantes destas duas forças políticas. “É uma guerra que já se arrasta há longos anos”, disse, acrescentando que quer o MPLA, quer a UNITA, vêem-se como partidos hegemónicos, aqueles que mais militantes e simpatizantes possuem, em cuja rivalidade tem minado o exercício da política na circunscrição.

Segundo o renovador social, os municípios do Lunduimbali, do Ukuma, do Longonjo e o município sede, Huambo, capitalizam as zonas em que mais se registam actos de intolerância política, mormente entre o MPLA e a UNITA. No meio deste conflito, disse, o PRS e demais partidos são os que mais sofrem as consequências, cujas actividades de massas têm sido também reprimidas.

Disse, por exemplo, aquando da realização do dia do deputado da UNITA, realizado recentemente naquela província, os camaradas usaram da oportunidade para apresentar, em acto público, elementos supostamente dissidentes do “Galo Negro” que agora ingressam nas fileiras do MPLA. O momento, disse, foi visto como um acto de intolerância política pelos “maninhos”. O jornal OPAÍS tentou contactar, via telefone, o secretário provincial do MPLA, Adérito Chimuco, mas não teve sucesso.

João Feliciano

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