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UNITA apela à união de forças para tirar economia do país das “amarras” em que se encontra

Adalberto Costa Júnior falou, ontem, em conferência de imprensa, sobre a situação económica do país e convidou as demais forças patrióticas a abraçarem as soluções por uma Angola melhor

Neusa Felipe por Neusa Felipe
22 de Janeiro, 2025
Em Política

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, apresentou, ontem, a visão do seu partido sobre a situação económica do país. Durante a conferência de imprensa, o líder do partido do “Galo Negro”, maior partido na oposição, partilhou com os convidados um inventário rigoroso das finanças públicas, baseado na economia do passado, do presente e do futuro, com balanços que espera que possam contribuir para melhorar a abordagem dos gestores políticos que acusa de utilizarem mal os vastos recursos financeiros do país.

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Adalberto Costa Júnior afirmou que a política económica usada por gestores públicos angolanos é errática e caótica. Apresentou a perspectiva da UNITA sobre os desafios do país, particularmente sobre as probabilidades existentes de recuperação da economia nacional, pretendendo proporcionar a todos os angolanos, em prazos razoáveis, um nível de vida que se possa considerar bom para todos.

“Perante vícios acumulados e reiteradamente repetidos, será necessário muito rigor, disciplina, transparência e coragem para reformar mentalidades e más práticas. Mas não há outro caminho se quisermos sair de décadas de desperdício e fazer diferente, para melhor.

Esta é uma partilha de muitas outras, que temos regularmente efectuado, com análise rigorosa e soluções apontadas, que o governo poderá abraçar se quiser”, disse.

Fazendo um balanço de toda trajectória económica do país, desde o alcance da paz, em 2002, até o período actual, Adalberto Costa Júnior afirmou que “a economia angolana encontra-se amarrada a um enorme embondeiro chamado partido- Estado, que se alimenta excessivamente dele e não pretende soltá-lo por questões de sobrevivência política, salvo se for arrancado pela maioria social (o povo), que tem sido o grande prejudicado”.

“A mudança torna-se urgente nas eleições de 2027. Este é um desafio que a UNITA se coloca a si mesma como um dever inalienável e a máxima responsabilidade enquanto partido líder da oposição”, avançou.

Considerou possível os angolanos saírem dessa amarra económica em que estão, apontando para tal a necessidade de existirem instituições que funcionem bem. Sublinhou que elas são as ‘‘regras do jogo’’ que moldam a interacção humana e estruturam os incentivos económicos dentro de uma sociedade.

“Para termos as instituições, precisamos de reformas e de coragem, e também de vontade política. Nós estamos a fazer um exercício, no quadro dos 50 anos de Independência, de partilha e de convite para uma Angola melhor”, acrescentou.

Crescimento económico estagnado

O líder da UNITA considerou que, desde 2015, a economia angolana registou uma estagnação (taxa de crescimento de 0,9%) para, no ano imediatamente a seguir, ter entrado numa depressão económica, vivenciando cinco anos consecutivos de contração/queda acumulada de 11% (2016-2020), o oposto do crescimento médio registado na primeira década.

“Se até então a bênção externa (boom petrolífero) que Angola recebeu logo após o fim do conflito tinha sido apresentada como mérito do governo suportado pelo MPLA, em 2015, a culpa já passou a ser do petróleo e da baixa de preço”, afirmou, alegando que a diversificação económica está cada vez mais difícil do que no passado.

50.º aniversário da Independência

Nacional Adalberto Costa Júnior referiu que os 50 anos de Independência Nacional, que serão marca- dos por um extenso calendário de eventos, não se estão a contemplar, entre estes, espaços de debates e balanços dos 50 anos, no sentido de todos os angolanos poderem referenciar conquistas e perdas e poderem melhor assegurar uma caminhada maturada na experiência, na vontade de quem retirou lições do passado e parte fortalecido na edificação de um futuro melhor.

“Trazermos um estudo que nos ajuda a combater a fome, a pobreza, o desemprego, as falências, a profunda crise económica, os enormes buracos orça- mentais, o elevado peso da dívida na despesa pública, enfim, abrirmo-nos para um período de gestão transparente dos recursos e das riquezas de Angola, nosso belo país”, concluiu.

Neusa Felipe

Neusa Felipe

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