Após o lançamento da sua obra literária, intitulada “A Casa das Duas Bíblias e Outros Contos”, o jornalista e escritor Sousa Jamba, em entrevista ao jornal O PAÍS, falou sobre como começou a escrever, a partir dos EUA em 2002, para o já extinto Semanário Angolense, casa de informação, na Vila Alice, em Luanda, que o colocou na berlinda. Apesar de ter trabalhado para várias publicações, o escritor considerou o então jornal a melhor escola, pois conseguiu aperfeiçoar mais a língua portuguesa, tendo, na altura, editores como Graça Campos, então director, Silva Candembro, Severino Carlos, Salas Neto e outros. Para além da literatura e da política, Sousa Jamba falou também dos momentos que viveu com o seu irmão mais velhona Jamba, antigo quartel-general da UNITA, no tempo em que o conflito armado assolava o país, antes de ir para Zâmbia e Londres, Inglaterra, onde se formou em jornalismo
É jornalista e escritor há muitos anos.
Chegou ao já extinto jornal Semanário Angolense por intermédio do também jornalista Luís Costa, confirma?
Nasci na província do Huambo, Angola, em 1966, e cresci na Zâmbia. Entre 1984 e 1986 regressei a Angola e depois fui para Londres, Inglaterra, onde estudei jornalismo, mas foi sempre meu desejo dialogar com os meus conterrâneos e compatriotas angolanos.
Nessa altura, falei com o Luís Costa, quadro reformado da Voz da América, nos Estados Unidos da América, e ele disse-me que havia um jornal novo em Luanda, o Semanário Angolense, que traria uma nova forma de fazer jornalismo.
Foi lá que tive a oportunidade de ser colega do vosso director, Dani Costa. Tenho boas memórias do Semanário Angolense.








