O embaixador Francisco José da Cruz, representante permanente de Angola junto das Nações Unidas, afirmou, ontem, na sede da ONU, em Nova Iorque, que para que se construa um mundo justo e inclusivo exige, de certa forma, uma reforma abrangente do Conselho de Segurança, para o tornar mais democrático e equitativo e mais adequado para responder aos novos desafios emergentes.
A posição foi manifestada durante o debate aberto do Conselho de Segurança daquela organização internacional, sob o tema “Reafirmando o Estado de Direito Internacional- Caminhos para Revigorar a Paz, a Justiça e o Multilateralismo”.
De acordo com o diplomata angolano, citado numa nota de imprensa a que tivemos acesso, essa necessidade da aludida reforma vem, sobretudo, para corrigir também uma injustiça histórica, garantindo à África uma representação justa com base no Consenso de Ezulwini e na Declaração de Sirte de 2005.
Essa referida representação justa com base no consenso e na Declaração de Sirte defende dois assentos na categoria de membros permanentes com todos os direitos e privilégios e dois não permanentes adicionais.
”Conforme consta no Pacto para o Futuro, esta reivindicação deve ser tratada como um caso especial”, ressaltou Francisco José da Cruz.
No que diz respeito à reforma do sistema multilateral da ONU, o embaixador Francisco José manifestou o apoio de Angola à iniciativa UN80 para fortalecer o sistema das Nações Unidas e “preparar-nos para os desafios globais multifacetados e complexos do mundo através de melhorias inclusivas e acções colectivas concertadas”.
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