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PR adverte que preços dos alimentos não se baixam por decretos

O Chefe de Estado contraria a tese dos que têm em decretos presidencial a fórmula por via da qual se possa baixar os preços, sobretudo os produtos da cesta básica. João Lourenço adverte àqueles, que qualifi- ca de «mal-intencionados», que algumas famílias, no Bié, passaram a lição de que os preços se baixam com produção nacional em grande escala

Jornal Opais por Jornal Opais
12 de Julho, 2024
Em Manchete, Política

O Presidente João Lourenço afirma que a segurança alimentar deve passar, necessariamente, pelo aumento da produção, tendo destacado o arroz e o trigo, na medida em que o “pão nosso de cada dia é feito essencialmente de trigo.

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O país tem importado – quase na totalidade- ou o grão ou a farinha de trigo, para as pastelarias, para a produção de pão e de bolo”, resume, assumindo ter gostado do que viu não apenas no Chinguar, onde a produção acaba por ser mais visível, daí o município ser seleccionado, mas também assinala a existência de outras iniciativas no que se refere à produção.

“O senhor Vinevala deve ser acarinhado e encorajado a continuar a ampliar as zonas de produção. Ele está a fazer algo que é muito importante, não apenas ele próprio produzir, como dar oportunidade às famílias à volta também produzirem”, enaltece o PR, para quem essa prática contribui grandemente para o aumento da produção de trigo por aquelas paragens na província “coração de Angola”, permitindo que, de ano em ano, se aumente as áreas de produção.

“ Sabem que tudo que for produzido vai ser comprado” , sustenta o Chefe de Estado. O Titular do Poder Executivo diz ter aprendido com famílias do campo que o trabalho é melhor via para se combater a fome e a miséria.

E critica a ideia que tem sido propalada por alguns intelectuais, políticos e «cidadãos mal-intencionados» de que, para se ter comida à mesa e, por conseguinte, baixar os preços de produtos, basta um decreto exarado pelo Presidente da República.

“Ou basta aumentar o volume de importação desses mesmos produtos. Os camponeses estão a nos dar uma grande lição. Estão a dizer que ‘não é este’, o caminho é trabalhar o campo”, vinca João Lourenço.

O Presidente manifestou-se ciente de que a deficiência nas vias de comunicação continua a ser a principal preocupação de agricultores e assegura trabalho, a fim de que se venha a ultrapassar essa questão.

Deste modo, João Lourenço dá conta da intervenção em algumas vias de comunicação um pouco pelo país, permitindo o escoamento de produtos dos centros de produção para o mercado de consumo.

Falando em conferência de imprensa, no termo da visita de 48 horas à província do Bié, João Lourenço refere que lá onde não tem sido possível levar asfalto, geralmente, se têm optado por trabalho de terra planagem.

“Esse é um trabalho que está sendo feito ao longo do ano. Se ainda há queixas, consideramos que sejam legítimas, tomamos boa nota”, respondeu, questionado pelo OPAÍS sobre as reclamações de centenas de produtores que, volta-e- meia, assistem, impotentes, à deterioração de produtos em alguns campos.

Fábrica de fertilizantes à vista

Questionado sobre para quando a construção de uma fábrica de fertilizantes capaz de inverter o quadro de importação do produto, o Presidente João Lourenço anunciou para breve a entrada em funcionamento de uma grande fábrica na cidade do Soyo, província do Zaire.

“Que vai produzir fertilizantes e, portanto, estamos esperançados que, quando ela entrar em funcionamento, ou vai cobrir na totalidade as necessidades do país ou, pelo menos, vai suprir uma parcela muito grande daquilo que viemos importando no presente”, prevê o PR, ao afirmar que Angola tem tradição de produzir grãos, sobretudo trigo, milho e feijão.

“E, hoje, notamos que estamos a produzir já dois tipos de grãos em relação aos quais não temos grande tradição. Estou a me referir concretamente quer ao arroz, quer ao trigo”, reforça.

Na alocução aos jornalistas, no palácio do governo local, o Chefe de Estado referiu-se, igualmente, ao Pólo de Desenvolvimento Industrial do Cunje e da Plataforma Logística do Cunhinga, que diz serem projectos em carteira – e são para avançar, mas se afigura necessário para a materialização de tal desiderato, e permitir que a energia produzida no baixo kwanza chegue a municípios produtores e transformadores daquilo que se produz no campo “Vão receber energia barata.

Aqui mesmo, na província do Bié, o ministro (da Energia e Águas) acabou de inaugurar a barragem hidro-eléctrica do Cunje, que já está a servir dois municípios”, dentre os quais o de Catabola, sendo a energia factor importante para os desenvolver.

Fonte: POR: João Katombela, enviado ao Namibe
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