OPaís
Ouça Rádio+
Qui, 29 Jan 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

“Os órgãos da Magistratura têm enormes necessidades de recursos financeiros”

Milton Manaca por Milton Manaca
27 de Janeiro, 2023
Em Política

Economista concorda com a atribuição aos Órgãos de Administração de Justiça dos 10% de todos os activos perdidos e recupera- dos no processo de combate à corrupção, como consta no Decreto Presidencial nº69/21 de 16 de Março, mas alerta para a necessidade de se definir um normativo sobre a gestão destes fundos para que não se corra o risco de se cair numa “execução arbitrária”

Poderão também interessar-lhe...

Mauritânia e França defendem reforço da diplomacia parlamentar com Angola

Angola reafirma compromisso com reformas estruturais da União Africana

Tomasz Dowbor recebe medalha em homenagem póstuma ao pai, Mariusz Dowbor

Para o economista Janísio Salomão, o facto de os Órgãos de Administração de Justiça (OAJ), em que se enquadram o Ministério da Justiça, os Tribunais e a Procuradoria-Geral da República terem necessidades ingentes relativamente recusos financeiros, justifica a atribuição deste valor percentual. Janísio Salomão lembra que muitas instituições dos OAJ apresentam problemas de infra-estruturas, recursos humanos e despesas correntes que não dignificam o trabalho que realizam. “Sabemos das condições deploráveis em que muitos deles trabalham e, desta forma, o acesso a fundos tem esta premissa de resolver estes problemas. Por isso, estamos de acordo”, disse.

Este regime de comparticipação atribuída aos OAJ pelos activos financeiros e não financeiros por si recuperados, no entender do interlocutor, fazem parte das actividades desenvolvidas por estes respectivos órgãos e se justifica que fiquem com 10%, acrescentando que se deveria encontrar também outros mecanismos para dotar estas instituições com capacidade financeira.

Entretanto, Janísio Salomão diz estar preocupado com a forma como poderão ser geridos os respectivos fundos ou bens por não haver nenhum regulamento sobre a questão. Tratando-se de fundos públicos, para o economista é necessário que sejam geridos com a máxima responsabilidade e transparência e sugere que deveriam ser reflectidos no Orçamento Geral do Estado (OGE) e haver rigor na sua execução. “Caso contrário, cairemos nu- ma execução arbitrária, que poderia fazer com que os órgãos que velam pelo cumprimento da lei, seriam os próprios a incorrer em falhas, por não existir uma corecta gestão dos fundos”, sustenta, acrescentando ser imperioso um normativo sobre a gestão destes fundos.

Já Heitor Carvalho, também economista, é de opinião contrária e diz-se “totalmente contra estes esquemas de premiar a condenação”. Para ele, os órgãos de Justiça são isentos e imparciais, sendo que uma absolvição deve valer tanto quanto uma condenação. Refere que caso queira se premiar a eficácia seria necessário retirar todos os poderes de autoridade à PGR e transformá-la num corpo de advogados público. “Contudo, para que este princípio de eficácia não destrua o princípio maior de justiça será necessário transformar a PGR num corpo de advogados, com os mesmos direitos e deveres que qualquer outro advogado.

Aí a obrigação do advogado é defender o seu constituinte, neste caso o Estado. Os Tribunais, esses nunca poderão ser guiados pelo princípio da eficácia das condenações, porque o seu princípio norteador é o da Justiça, com a mais absoluta isenção, onde o Estado deve ser uma parte igual a todas as outras”, afirma

Milton Manaca

Milton Manaca

Recomendado Para Si

Mauritânia e França defendem reforço da diplomacia parlamentar com Angola

por Jornal OPaís
29 de Janeiro, 2026

O presidente da Assembleia Nacional, Adão de Almeida, recebeu, esta quinta-feira, 29, em audiências separadas, os embaixadores da República Islâmica...

Ler maisDetails

Angola reafirma compromisso com reformas estruturais da União Africana

por Jornal OPaís
29 de Janeiro, 2026

O ministro das Relações Exteriores, Téte António, representou, na tarde desta Quinta-feira, em Luanda, o Presidente da República e da...

Ler maisDetails

Tomasz Dowbor recebe medalha em homenagem póstuma ao pai, Mariusz Dowbor

por Jornal OPaís
29 de Janeiro, 2026

O empresário polaco Mariusz Krzysztof Dowbor foi condecorado postumamente pelo Estado angolano na classe de Paz e Independência. A distinção...

Ler maisDetails

PRA-JÁ Servir Angola leva programa 7/7 ao município da Samba

por Onesimo Lufuankenda
29 de Janeiro, 2026
Pedro Nicodemos

O PRA-JÁ Servir Angola vai realizar, neste Sábado, 31, no município da Samba, o Programa 7/7, que consiste em ver,...

Ler maisDetails

Mauritânia e França defendem reforço da diplomacia parlamentar com Angola

29 de Janeiro, 2026

Governo destaca criação de empregos no Programa de Privatização

29 de Janeiro, 2026

INAMET prevê chuva forte nas províncias do Bié e do Huambo

29 de Janeiro, 2026

Angola reafirma compromisso com reformas estruturais da União Africana

29 de Janeiro, 2026
OPais-logo-empty-white

Para Sí

  • Medianova
  • Rádiomais
  • OPaís
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos

Radiomais Luanda

99.1 FM Emissão online

Radiomais Benguela

96.3 FM Emissão online

Radiomais Luanda

89.9 FM Emissão online

Direitos Reservados Socijornal© 2026

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.