BFA EMPEMA-ENSA BANCO BAI STANDARD-BANK MEDIANOVA-FNC SOCIJORNAL
Sex, 17 Jul 2026
Jornal O País
Ouça Rádio+
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís

Oposição quer Eleições autárquicas universais

Jornal Opais por Jornal Opais
18 de Abril, 2018
Em Política

Permanece o braço de ferro entre os partidos políticos da Oposição e o Executivo quanto à realização das primeiras eleições autárquicas no país. Enquanto o Executivo, pela voz do Ministério da Administração Pública e Reforma do Estado, refugia-se na Constituição da República para defender o gradualismo na sua implementação, a Oposição política mantém a sua posição quanto a sua implementação simultânea

Poderão também interessar-lhe...

“Angola conhece o custo da guerra e o valor do perdão, por isso defendemos diplomacia e diálogo como solução para conflitos”, afirma João Lourenço

Félix Tshisekedi deixa Luanda após participar na Cimeira da Aliança das Civilizações

Administrador do Cuango e secretário provincial da UNITA abordam vida política e social do município

POR: Maria Custódia

Partidos da Oposição, a UNITA, Partido de Renovação Social (PRS), FNLA e a coligação de partidos CASA-CE continuam a manifestar-se unânimes quanto à realização de eleições autárquicas de forma simultânea em todo o país, ao contrário do gradualismo defendido pelo Executivo. O vice-presidente da CASA-CE, Manuel Fernandes, que falou em exclusivo a OPAÍS, referiu que o gradualismo é uma questão que emana da Constituição da República, mas que é necessário saber se o mesmo deve ser territorial ou funcional. “No nosso entendimento, o gradualismo deve ser funcional e não geográfico ou territorial”, disse.

Manuel Fernandes afirmou ainda que a sua coligação é a favor da realização geral das autarquias e não pelo gradualismo. Para tal, têm estado a preparar os seus quadros para fazer face a este novo desafio. A UNITA, na voz do seu chefe da bancada parlamentar, Adalberto da Costa Júnior, considera que o gradualismo geográfico fica à margem da Constituição da República. Adalberto da Costa Júnior entende estar a haver uma “deturpação e interpretação intencional” que está a ser “vendida” pelo Executivo, de modo a continuar a manter o controlo total da governação. Para o deputado, a visão do Executivo sobre as autarquias representa uma violação aos princípios fundamentais e aos direitos e deveres fundamentais da Constituição da República de Angola.

Quanto ao gradualismo funcional, o parlamentar do Galo Negro concorda com a sua prescrição na lei, baseada na transferência de competências do Poder Central para o Poder Autónomo. Por seu turno, o secretário-geral do PRS, Rui Malopa Miguel, assegurou que quando apresentaram a proposta aos angolanos sobre o federalismo estavam a querer dizer que tem de haver descentralização do poder, autonomia, independência na administração e na gestão dos fundos que o país vai arrecadando. O responsável partilha a opinião de que com eleições autárquicas de forma gradual haverá um atraso significativo naquelas províncias onde não serão implementadas as autarquias, e que não estarão a fazer justiça autónoma.

Acrescentou ainda que o país é o mesmo, assim como o território, mas haverá angolanos a elegerem os autarcas e outros não, e que deste modo arrisca-se a adiar cada vez mais o desenvolvimento desses municípios. “O PRS defende que as autarquias sejam implementadas de forma geral e não escalonada”, avançou.

Rui Malopa adiantou ainda que no próximo mês de Maio, a partir do dia 07, o PRS dará início a um ciclo formativo a nível central sobre as autarquias, com a participação de quadros de todas as províncias, com vista a voltarem a reflectir sobre a temática e formar os seus membros. O porta-voz da FNLA, Jerónimo Makana, declarou que em caso de realização de autarquias de forma gradual, estar-se-á a dar vasão às assimetrias regionais. No seu entender, a situação vai gerar um êxodo populacional descontrolado nos municípios, pois as pessoas hão-de recorrer àqueles locais que ofereceram melhores condições.

Defende, por isso, que todos os municípios do país sejam contemplados nas autarquias e gradualmente sejam ultrapassadas as dificuldades inerentes ao seu funcionamento autónomo, com os recursos locais e com a intervenção do Estado. “A FNLA defende que as autarquias sejam realizadas de forma geral. Quanto ao gradualismo como está exposto na Constituição da República, deve ser funcional e não territorial”, sublinhou. Referiu ainda que o Presidente João Lourenço, na sua campanha eleitoral, assumiu o compromisso de eliminar as assimetrias regionais. Por fim, alerta o Estado no sentido de ter cautela e traçar este projecto com muita calma, de modo a se evitar o êxodo populacional descontrolado e a desproporção populacional.

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

“Angola conhece o custo da guerra e o valor do perdão, por isso defendemos diplomacia e diálogo como solução para conflitos”, afirma João Lourenço

por Jornal OPaís
17 de Julho, 2026

O Presidente da República, João Lourenço, defendeu, nesta Quinta-feira, em Luanda, a necessidade de os Estados privilegiarem a diplomacia, a...

Ler maisDetails

Félix Tshisekedi deixa Luanda após participar na Cimeira da Aliança das Civilizações

por Jornal OPaís
16 de Julho, 2026

O Presidente da República Democrática do Congo, Félix Antoine Tshisekedi Tshilombo, deixou Luanda na noite desta quinta-feira, 16, após participar...

Ler maisDetails

Administrador do Cuango e secretário provincial da UNITA abordam vida política e social do município

por Jornal OPaís
16 de Julho, 2026

O administrador municipal do Cuango, António Mussumari, recebeu, nesta quinta-feira, 16, em audiência, o secretário provincial da UNITA, Francisco Gaio...

Ler maisDetails

Angola defende união de esforços para resolver os conflitos armados no mundo

por Flávio da Costa
16 de Julho, 2026

O Presidente da República, João Lourenço, defendeu, esta quinta-feira, 16, a necessidade urgente de se unir esforços para resolver os...

Ler maisDetails

Silêncio da direcção do 1.º de Agosto gera inquietação dos sócios

17 de Julho, 2026

Hospitais sob suspeita: denúncias de abuso sexual expõem silêncio das vítimas

17 de Julho, 2026

“Os jovens, por falta de emprego, ocupam-se na bebida e no entretenimento”

17 de Julho, 2026

“Angola conhece o custo da guerra e o valor do perdão, por isso defendemos diplomacia e diálogo como solução para conflitos”, afirma João Lourenço

17 de Julho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.