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Executivo garante que país regista maior crescimento dos últimos nove anos

Angola conheceu, no primeiro trimestre de 2024, o maior crescimento económico dos últimos nove anos, com o abrandamento sucessivo da inflação

Jornal Opais por Jornal Opais
15 de Julho, 2024
Em Manchete, Política

De acordo com um relatório do Governo, este desempenho resulta do efeito da estabilidade da taxa de câmbio, da retirada gradual da subvenção aos combustíveis e da actualização dos preços dos transportes públicos.

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Outro factor apontado no documento prende-se com o aumento da oferta de bens de produção nacional, tal como reflectido no Produto Interno Bruto (PIB), que registou a sua maior taxa de crescimento, desde 2015, com 4,6%.

O documento, segundo a Angop, acrescenta que, nos últimos anos, a economia angolana tem demonstrado “uma resiliência assinalável”, superando adversidades impostas pelo contexto nacional e internacional, tendo merecido elogios do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Esse desenvolvimento representa “uma reviravolta significativa”, especialmente em face das anteriores previsões pessimistas em torno das reformas implementadas pelo Presidente João Lourenço e sua equipa económica.

O relatório recorda que, nos últimos anos, vários estudiosos e analistas previram o “colapso iminente” da economia nacional, com base em conjecturas “que não se concretizaram”.

Considera que tais previsões, muitas vezes acompanhadas de “cenários apocalípticos”, não tiveram em conta a capacidade de adaptação e a eficácia das políticas adoptadas pelo Governo.

Lembra ainda que FMI reconheceu publicamente a superação dos choques económicos enfrentados por Angola, em 2023, destacando a elegância com que a economia do país lidou com essas dificuldades.

Esse reconhecimento vem validar e reforçar a estratégia de diversificação económica, em curso no país, e nos procedimentos de gestão da dívida e políticas fiscais prudentes, em desenvolvimento, acrescenta o documento.

Crescimento e dívida Pública

O PIB de Angola cresceu 5%, em 2023, esperando-se que atinja os 6%, este ano, com o contributo dos sectores da Agricultura, da Mineração e da Indústria.

Enquanto isso, a taxa de inflação sofreu uma redução de 18%, em 2022, e 12% no ano seguinte, projectando-se 10% para 2024, num desempenho em que foram cruciais as medidas de políticas monetárias restritivas e o controlo dos preços de bens essenciais adoptadas pelo Executivo.

Por seu turno, a reestruturação da dívida angolana foi concluída com sucesso, reduzindo-se a sua carga em 10%, ao passo que a dívida externa foi renegociada, resultando em termos mais favoráveis para o país.

As reservas internacionais líquidas aumentaram para 10 mil milhões de dólares americanos, em 2023, proporcionando uma maior estabilidade económica.

No domínio do emprego, a taxa de desemprego caiu de 30%, em 2022, para 25%, em 2023, período em que foram criados 100 mil novos empregos, particularmente nos sectores agrícola, industrial e de infra-estrutura. Investimentos e infra-estrutura.

Em 2023, Angola conseguiu atrair 1,5 mil milhões de dólares americanos em investimentos estrangeiros directos, sendo os sectores da infra- estrutura, da mineração e da energia, os maiores beneficiários.

Neste domínio,foram construídos dois mil quilómetros de novas estradas, em 2023, com um investimento total de mil milhões de dólares americanos, tendo o sector da construção criado 40 mil novos empregos.

Nos sectores da saúde e educação, foram investidos 600 milhões de dólares para a melhoria de hospitais e centros de saúde, resultando no aumento da expectativa de vi- da para 62 anos.

O relatório destaca ainda que o sector da educação beneficiou 400 milhões de dólares, para a construção de novas escolas e a capacitação de professores, elevando a taxa de alfabetização para 85%.

O reconhecimento das conquistas económicas de Angola pelo FMI não apenas refuta as previsões negativas, mas também ressalta a importância de liderança visionária e trabalho árduo, refere o documento.

Acrescenta que a resiliência demonstrada pela economia angolana serve de exemplo para outras nações que enfrentam desafios similares.

Com políticas macroeconómicas prudentes e reformas estruturais contínuas, Angola tem um caminho promissor para um crescimento sustentável, sublinha o relatório, considerando que a superação das dificuldades e o reconhecimento internacional são motivos de celebração e reflexão sobre a eficácia das estratégias adoptadas pelo Governo

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