O mandato do Presidente João Lourenço na presidência rotativa da União Africana (UA) termina neste fim-de-semana, encerrando um ciclo marcado por intensa actividade diplomática, sobretudo em torno dos conflitos armados no continente, com destaque para a crise no Leste da RDC. A 48 horas da transição da liderança na organização continental, personalidades políticas, analistas e representantes da sociedade civil fazem leituras distintas sobre o legado deixado por Angola
Para o deputado João Mpilamosi, do grupo parlamentar do MPLA, o principal legado da presidência angolana na União Africana reside na centralidade dada às questões da paz e segurança no continente, em especial ao conflito entre a RDC e o Rwanda.
Segundo o parlamentar, o Presidente João Lourenço dedicou-se “inteiramente” à busca de soluções para os conflitos no continente, tendo estado envolvido nas principais iniciativas diplomáticas que culminaram em entendimentos internacionais sobre o conflito no Leste da RDC, ainda que os resultados definitivos não sejam visíveis.
O deputado sublinha que a instabilidade naquela região afecta directamente Angola, devido à extensa fronteira comum com o território congolês, o que reforça a importância do envolvimento angolano.
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