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Antigos combatentes “fantasmas” com dias contados

João Feliciano por João Feliciano
5 de Janeiro, 2024
Em Política

O secretário-geral da Federação dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria mostrou-se preocupado com o número de antigos combatentes ‘fantasmas’, tendo alertado que estes têm os dias contados

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O brigadeiro Vicente Júnior falava à margem das celebrações 63 anos dos Mártires da Baixa de Cassanje, assinalado ontem, 4 de Janeiro, salientando que para colocar fim a este problema, houve ao nível do Ministério da Defesa Nacional um processo de recadastramento para se aferir a população real de antigos-combatentes. Este processo de recadastramento, disse o responsável, permitiu detectar um número considerável de falsos antigos com- batentes que beneficiavam das pensões disponibilizadas pelo ministério da tutela.

Uma vez terminado o processo de depuração, salientou que os verdadeiros pensionistas passarão a contar com um aumento, o que permitirá melhorar as condições dos antigos combatentes reais. O responsável garantiu que todo esforço está a ser empreendido pelo Executivo, em associação com o movimento associativo que é liderado pela FACVP, no sentido de uma melhoria progressiva, mas contínua, dos antigos combatentes e veteranos da pátria.

Por sua vez, o ministro da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria, João Ernesto dos Santos “Liberdade”, considerou, no município de Xá-Muteba, província da Lunda- Norte, que a revolta dos camponeses na Baixa de Cassange a 4 Janeiro de 1961, significa o ponto de viragem da história de Angola rumo à independência nacional e o desenvolvimento O ministro da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria fez estes pronunciamentos quando intervinha no acto político central das comemorações alusivo aos 63 anos da revolta da Baixa de Cassange, comemorado ontem.

João Ernesto dos Santos “Liberdade” lembrou que o 4 de Janeiro de 1961 influenciou, igualmente, a revolta de 15 de Março do mesmo ano, cujos feitos determinaram a queda do regime colonial fascista português, depois de 14 longos e difíceis anos de Luta Armada de Libertação Nacional. Afirmou ainda que a revolta da Baixa de Cassanje foi, de igual modo, o laboratório onde foram construídas as fórmulas que estiveram na base da explosão nacional que impeliu o colonialismo do solo pátrio. Por isso mesmo, disse o ministro da Defesa, “a juventude angolana, no seu todo, sem descriminação político-partidária, religiosa, regional, racial e ou de sexo deve orgulhosamente seguir o exemplo, para juntos, trilharmos o caminho do desenvolvimento sustentável”.

Política africana

João Ernesto dos Santos considerou que o país constitui, actualmente, a placa giratória da política africana, fruto dos 21 anos da Paz e Reconciliação Nacional – considerado o segundo maior ganho do país depois da independência nacional. Sublinhou que importantes fóruns regionais e continentais são acolhidos em Angola, daí que a contribuição de cada angolano e, sobretudo, da juventude, torna-se imprescindível para se alavancar a economia nas suas diversas formas.

Lembrou que na província da Lunda-Norte o Executivo liderado pelo Presidente João Lourenço tem prestado particular atenção, sobretudo nos aspectos sociais, particularmente na reabilitação das estradas, que é factor importante para o desenvolvimento e a redução das assemetrias regionais. “Conforme deixou claro o Chefe de Estado angolano, João Manuel Gonçalves Lourenço, no discurso sobre o Estado da Nação, o governo por si liderado, presta uma atenção particular a algumas localidades, mormente aqui do Leste de Angola que há muito clamam por intervenções”, disse.

PDN 2023-2027

Deste modo, fez saber que no âmbito do Plano de Desenvolvimento Nacional 2023-2027, através do Programa de Investimentos Públicos, ocorrem intervenções na estrada nacional 230, que liga Malanje a Saurimo, passando pela região de Xá-Muteba – assim como a reabilitação do troço Lucapa-Saurimo. Tudo isso, disse o governante, na perspectiva de acabar com os acessos deficientes em muitas localidades, sobretudo para comunas e municípios. O ministro da Defesa Nacional sublinhou, ainda, que lembrar-se do 4 de Janeiro de 1961, é falar dos esforços que o Executivo angolano tem feito na esperança de se reverter a situação económica que o país vive actualmente.

“Com incentivos à produção nacional com vista a diminuir a for- te dependência externa de produtos e aumentar a capacidade de produzir localmente, aliado a isso, está a juventude, que munidos com as mais altas tecnologias que o mundo lhes oferece, busca com o seu saber e inteligência, as ferramentas necessárias, saudáveis para o desenvolvimento”, afirmou.

Neste domínio, disse, a província da Lunda-Norte em geral e a localidade de Xá-Muteba em particular, foi num passado não distante, produtor de milho, tomate, feijão-manteiga e outros produtos hortofrutícolas, que faziam parte da dieta das populações locais e contribuíam para nossa economia. Com isto, encorajou os camponeses a arregaçarem as mangas no sentido de reactivarem a agricultar familiar e voltarem a produzir estes bens que considerou fazerem falta à mesa dos angolanos.

Xá-Muteba

O Município de Xá-Muteba, na Lunda-Norte, é um território que compreende a Baixa de Cassanje – onde há 63 anos a máquina assassina do colonialismo português, com as suas bombas de napalm, vitimou mais de 2 mil pacatos angolanos, na sua maioria camponeses que reivindicavam a valorização do seu produto “o algodão”, pelo grupo comercial luso-belga “Companhia Geral dos Algodões de Angola COTONANG” e os maus-tratos impostos pelo regime.

João Feliciano

João Feliciano

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