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Angola ambiciona unir os oceanos Atlântico e Índico por via do Corredor do lobito

João Feliciano por João Feliciano
26 de Janeiro, 2024
Em Manchete, Política

O corredor do lobito continua a ser a bandeira actual da acção do executivo angolano para a diversificação da economia do país. Por este motivo, angola ambiciona unir os oceanos atlântico e Índico por via deste corredor, tendo em conta o seu potencial na região e no continente

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A afirmação foi feita pelo chefe da diplomacia angolana, Téte António, ontem, durante a conferência de imprensa realizada no Salão Nobre do Ministério das Relações Exteriores (MIREX), no quadro da visita do secretário de Estado norte-americano a Angola, Antony Blinken.

Téte António sublinhou que Angola se encontra estrategicamente situada entre regiões da África Austral e Central, que são dois grandes mercados, e com o Corredor do Lobito o país pode ter a maior ambição possível, além do seu efeito multiplicador como empreendimento. O ministro angolano das Relações Exteriores afirmou que, juntamente com o Corredor do Lobito, Angola está a criar as bases logísticas, com impacto na agricultura e, concomitantemente, no bem-estar das populações.

“Estamos a criar toda uma cadeia de valor que permitirá, de entre outros, uma maior integração regional, incluindo a ambição de Angola de ter um dia os oceanos Índico e Atlântico conecta- dos através do Corredor do Lobito, olhando para as grandes potencialidades que ela representa”, afirmou Téte António.

O chefe da diplomacia angolana salientou que Angola e os Estados Unidos da América estão numa fase crucial para a implementação dos vários instrumentos jurídicos rubricados entre os dois Estados, num total de 15 acordos. “Comemoramos 30 anos das nossas relações de parceria, por isso pensamos que agora estamos na fase crucial para a implementação dos vários instrumentos jurídicos assinados”, referiu.

Sublinhou que os dois países estabeleceram mecanismos de cooperação que vão desde política geral, como o memorando sobre parceria estratégica, até aos diálogos sectoriais. “Pensamos que os diálogos sectoriais são importantes e, hoje, vamos vendo os resultados destes diálogos no terreno”, considerou. Segundo o governante, Angola e EUA estão, também, a impulsionar as áreas que ainda precisam de muito mais acção, como é o caso da agricultura, tendo destacado, fundamentalmente, a segurança alimentar, que considerou ser a chave para o desenvolvimento.

Diversificação da economia

De acordo com Téte António, ainda no quadro desta parceria com os EUA e, tendo em conta o pro- cesso de diversificação da economia angolana, o Executivo lidera- do pelo Presidente João Lourenço incluiu o “Planagrão”, “Planapecuária”, e o sector das minas, que também vão beneficiar dessa parceria estratégica. “Temos, ainda, no quadro desta relação o tema da transferência de conhecimento, que é, de resto, o mais importante investimento que se pode fazer num país”, considerando ser impossível num país haver o desenvolvimento se não se fizer uma aposta séria na formação. O sector da saúde, da energia e das telecomunicações, cujos contactos entre o Governo angolano e uma companhia americana estão em bom ritmo, foram também mencionados como parte desta parceria. “Mas queremos potenciar também o sector privado, para olhar para Angola como um destino privilegiado, mas também como um país estrategicamente bem situado”, disse.

Segurança e paz

Téte António agradeceu ao Governo americano pelo apoio que tem prestado a Angola no que diz respeito aos esforços para a pacificação na região em particular, e no continente, em geral. “Apreciamos a nossa col boração no que diz respeito às questões regionais, sobretudo os EUA olham para a actuação do Presidente João Lourenço, considerado campeão da paz para a reconciliação em África pela UA”, disse, acrescentando que Angola tem responsabilidades acrescidas nas questões densas e segurança continental. Sublinhou que Angola acompanhou com muita atenção o trabalho feito, recentemente, pelo Conselho de Segurança da ONU, sobre a adopção da resolução sobre o financiamento da declaração de apoio à paz da UA.

EUA valorizam cooperação espacial Por seu turno, o secretário de estado norte-americano, Antony Blinken, manifestou a disponibilidade do seu país em cooperar com Angola no domínio espacial para garantir a segurança alimentar e a redução do impacto negativo das alterações climáticas. O responsável norte-americano referiu que, no âmbito do acordo artemis, Angola é o terceiro parceiro americano, em África, para utilização pacífica do espaço. informou que a NaSa já trabalha em Angola na recolha de informações sobre a qualidade dos solos e a gestão dos resíduos hídricos, para obter dados para a melhoria das sementes e fortalecer a segurança alimentar.

Antony Blinken considerou essencial que África garanta a sua segurança alimentar para evitar impactos negativos como os derivados da “invasão Russa à Ucrânia”. Por outro lado, o secretário de estado norte-americano elogiou o investimento na construção do Centro de Ciências de Luanda (CCl), que considerou inspirador para as novas gerações na escolha das suas opções profissionais. implantado numa área de 17.667 metros quadrados, o CCl é um espaço dedicado à promoção da ciência, tecnologia e inovação, localizado na antiga fábrica de sabão, na zona do Baleizão, na capital do país.

João Feliciano

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