O Presidente da UNITA e autor do livro Juntos Por Angola, Adalberto Costa Júnior, considerou a obra “um testemunho fiel das eleições de 2022” que revela a face das pessoas envolvidas, sublinhando que a obra descreve de forma completa o ambiente em que se desenvolveu o último pleito eleitoral no país”.
Adalberto Costa Júnior esteve no concelho da Amadora, em Lisboa, para o lançamento do seu livro Juntos Por Angola. Foi neste local, na livraria Bertrand, que abordou as razões para a publicação da obra, sendo uma delas a necessidade de se documentar tudo o que se passou antes, durante e depois das eleições de 2022.
“Este livro é um testemunho que fica para a história. É um testemunho fiel. Está documentado através de uma trajectória transversal daquilo que foi a campanha e a pré-campanha eleitorais”, afirmou.
Entretanto, esclareceu que o livro não é apenas sobre eleições e garantiu que é, também, um instrumento que “mostra bem a face das pessoas”.
Por outro lado, o presidente da UNITA referiu que a forma como as eleições foram preparadas e, mais tarde, realizadas, “infelizmente, não permite dizer que em Angola temos tido eleições verdadeiramente livres, justas, transparentes e democráticas”.
“O livro descreve de forma completa o ambiente em que se desenvolveram as eleições em Angola: o espaço jurídico — as leis —, o espaço político, o espaço social e os enormes constrangimentos que os envolvem”, explicou.
É por isso que acredita que Juntos Por Angola foi escrito para que o País tenha “processos eleitorais credíveis; para acabarmos com o medo do dia seguinte; para termos eleições que sejam a festa da democracia; para que tenhamos noção de que os mandatos têm limites e, quando chegam ao fim, as pessoas devem ser chamadas à escolha”.
O lançamento do livro de Adalberto Costa Júnior, em Lisboa, contou com a apresentação do antigo ministro da Cultura de Portugal, do governo de António Costa, João Soares, bem como com a presença de militantes da UNITA, jornalistas, estudantes e cidadãos angolanos residentes em Portugal.
Jaime Tabo, em Lisboa









