Mais do que um estado de espírito, a paz é tranquilidade e a ausência de conflitos. É um bem inalienável. Sem ela, o mundo chora todos os dias. A paz também é justiça social. A paz gera crescimento e desenvolvimento. Permite a circulação de pessoas e bens.
É um bem que deve ser constantemente preservado. Para a construção de uma sociedade mais justa, o exercício permanente é a paz. Sempre num ambiente de concórdia. Assim sendo, a paz e a democracia devem andar de mãos dadas. Quanto à memória colectiva, a consolidação da unidade nacional é corolário dos alicerces criados pelo Estado. Amanhã, os angolanos vão celebrar 24 anos de Paz.
O acto foi alcançado no dia 4 de Abril de 2002. Foi com elevado sentido de Estado que os intervenientes nesse processo decidiram colocar o preto no branco. Após 27 anos de guerra, as armas calaram-se. A Paz exige, sim, vigilância permanente, visão estratégica, capacidade institucional e liderança firme capaz de prevenir eventuais actos que a coloquem em risco dentro e fora do país.
Nesta ordem, o ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Furtado, adiantou que “o mundo vive um contexto de incertezas marcado por riscos crescentes à estabilidade e à coexistência pacífica entre as nações”. Portanto, viva a Paz, viva Angola!








