Nossa Seguros BFA EMPEMA-ENSA BANCO BAI STANDARD-BANK MEDIANOVA-FNC SOCIJORNAL
Seg, 27 Jul 2026
OPaís
Ouça Rádio+
  • FILDA 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís
  • FILDA 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís

Sustentabilidade – Pacto com Impacto: perspectiva sociocultural

Jornal Opais por Jornal Opais
30 de Setembro, 2024
Em Opinião

A prior, importa situacionar que a nossa tese se funda à luz das lentes construtivistas sob égide sociocultural. Outrossim, de caráter imperativo, a presente abordagem que se postula pacto com impacto resulta do workshop sobre o ambiente realizado pelo Standard Bank, no dia 23 de setembro, em Luanda, de 2024, que, numa interpretação semântica, esteve voltado aos jornalistas e aos colunistas que se dedicam à pesquisa e à escrita de temas relacionados ao desenvolvimento sustentável.

Ademais, a noção semântica sobre sustentabilidade, a ser abordada, por nós, sustenta-se a partir da extensão acumulativa em que se alistam: o vector cultural, o vector ambiental, o vector social, o vector político e o vector ético. Constituem em si o escopo do tecido da nossa argumentação. Por exemplo, deparamo-nos sempre com a concepção de pessoas, de comunidades, de prosperidade e de crescimento sustentável.

Assim sendo, tomamos a iniciativa de aludir à luz da retórica apelativa, sobre as palavras ou frases ora exemplificada, o que são pessoas? O que são comunidades? O que é prosperidade e o que é crescimento sustentável à luz da realidade angolana? Entendemos que se impera a necessidade de um novo olhar, de uma nova abordagem, de uma nova interpretação, de um novo pragmatismo e, sobretudo, de uma nova funcionalidade contextual e sua operacionalização sobre a sustentabilidade para que corresponda os desígnios do futuro humanidade.

A sustentabilidade estrutura-se como parte constitutiva para a construção contínua da humanidade. Daí que, precisamos de reconstruir a narrativa que se subjaz sobre o social pela forma como a ONU perfila o debate sobre o desenvolvimento  sustentável.

Nesta senda, o pacto, por exemplo, em erradicar a pobreza extrema, as desigualdades sociais, promoção dos direitos humanos, a problemática do desmatamento e a poluição industrializada, devem gerar impacto na vida das comunidades por via da responsabilidade conjuntural e estrutural sem que se ponha em causa o futuro que se faz presente.

Portanto, analisar o desenvolvimento sustentável como se todos os países enfrentassem os mesmos problemas é promover ainda mais as desigualdades, é intensificar os fossos de pobreza extrema é, sobretudo, legitimar o sofismo político. Entendemos que na perspectiva da geopolítica, da cultura organizacional, da vontade funcional, da história e do valor semântico que se atribui ao futuro, necessidades e prioridades, que os vectores mencionados dialogam entre si para efectiva materialização da sustentabilidade.

Pois, a política como ferramenta organizacional de resolução permite a legislação, a criação de normativos que impulsionam as instituições, neste caso, a banca, a terem maior atenção à sustentabilidade. E conforme o método de observação, e a partir das fontes orais, sabemos que as mudanças sociais ou das sociedades dependem, fundamentalmente, da mecanização do poder económico.

Por ora, acreditamos, piamente, que o vector económico é o mecanismo que viabiliza as acções. Todavia, é necessário que se imprima a ética da alteridade, isto é, o espírito da transferência de sentido e da racionalidade, no sentido que a gula lucrativa não estrangule o bem-estar e nem coloque em causa a continuidade da humanidade.

Assim, entendemos que a perspectiva monolítica que se tem sobre sustentabilidade precisa transitar para holística no sentido de fomentarmos a cultura do pacto com o impacto em prol do desenvolvimento sustentável como modo de vida das sociedades, tendo em conta a premissa que o futuro se constrói no presente.

Logo, as acções do presente precisam estabelecer pontes dialécticas entre o ideal e o real no intuito de buscarmos o equilíbrio entre o que a natureza nos oferece e a nossa capacidade de salvaguardarmos o futuro por meio da natureza.

Na perspectiva da psicolinguística, lembra-nos Lyons que “determinadas línguas estão associadas a determinadas culturas” (1987, p.:293). Portanto, implica que o postulado evocado para o ideal de sustentabilidade deve aterse à pluralidade cultural das comunidades bem como o seu imaginário.

Nesta perspectiva, não se pode ignorar determinados aspectos socioculturais e antropológicos quando se projecta o desenvolvimento sustentável. Em síntese retórica, o que é desenvolvimento sustentável no e para o tecido angolano? O que é cultura ambiental no contexto de disfuncionalidade social?

POR:HAMILTON ARTES

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

O caminho para a cop 31, uma reflexão sobre questões ambientais no contexto geopolítico

por Jornal OPaís
27 de Julho, 2026

A Conferência das Partes (COP) é certamente um dos maiores palcos das decisões sobre questões ambientais, seguramente, o maior espaço...

Ler maisDetails

Portugal e Angola: quando a estatística desafia a história

por Jornal OPaís
27 de Julho, 2026

Há momentos em que a estatística deixa de ser apenas um exercício técnico e passa a representar um verdadeiro teste...

Ler maisDetails

Ao resgaste da história da ANGOP

por Jornal OPaís
27 de Julho, 2026

A história da Comunicação Social na Angola independente não pode ser escrita sem reconhecer a audácia, a dedicação e o...

Ler maisDetails

É de hoje… A paixão dos ‘hackers’ por Angola

por Dani Costa
27 de Julho, 2026

Foi em Janeiro deste ano que o Ministério Público, por conta de dois processos existentes, emitiu um mandado de captura...

Ler maisDetails

Família da jovem abusada na morgue de Cacuaco pede justiça e maior controlo dos funcionários

27 de Julho, 2026

Responsável de empresa de segurança detido em posse de sete armas de guerra no Bengo

27 de Julho, 2026

Mais de 50 pessoas morreram de SIDA no primeiro semestre desse ano no Huambo

27 de Julho, 2026

Hospital Central do Lubango reconhece falhas no atendimento aos pacientes pela central telefónica

27 de Julho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • FILDA 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.