“Quem casa quer casa” é uma expressão que se ouve com alguma regularidade na nossa sociedade. Nos últimos dias, ganhou uma nova leitura: “quem quer casar tem de ter trabalho/emprego”. Concorde se ou não, quem é casado ou tem uma família compreende que ter casa ou uma fonte de rendimento não é apenas desejável, é essencial.
Após o lançamento do “Visit An gola”, adverti, neste espaço de opi nião, de que o projecto represen ta uma grande oportunidade para promover o país como um destino preferencial. No entanto, destaquei a necessidade de acautelar, previa mente, questões estruturais como atendimento ao cliente, as vias de comunicação e os transportes ter restres, marítimos e aéreos, asse gurando o profissionalismo e qua lidade.
Defendi ainda a criação de um se lo “100% Experiência Angolana”, que certificasse produtos, hotéis, resorts, paisagens e eventos que expressem a angolanidade, reforçando o sentimento de pertença e a satisfação de turistas angolanos e estrangeiros.
Sugeri também a criação de um personagem que desse vida ao projecto e personificasse os hábitos e costumes da nossa angolanidade, à semelhança do Juan Valdez, símbolo do agricultor colombiano, lançado em 1960 no âmbito do “Ca fé Colômbia”.
Por: OLÍVIO DOS SANTOS









