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O poder da fome: a mão agarrada da pátria

Jornal Opais por Jornal Opais
29 de Janeiro, 2025
Em Opinião

Hoje é melancólico falar de como vivemos. Como bons samaritanos, nos fazemos a par de tudo que vimos, comemos, bebemos e, acima de tudo, de como o poder da fome tem tomado todas as famílias em todas as circunstâncias, e uma pitada de artimanha por quem se encontra à frente no feitio de par tido há muito tempo só soube usar um ( 1 ) como propósito no partir de todas as repúblicas.

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Não acredito que seja mera coincidência que se leva à cabo um insignificante pendor para apagar um quadro no anonimato, facto que se escreve na história da pátria entre o fardo carregado nas costas da juventude sonha com mais grau possível e sente a sensação térmica de estar entre uma pátria que vê sentindo o sol na sua própria nascente.

Dizem nascer no Oeste, ou este que permanece bem afixada aqui com geografias articuladas para que os desejos consigam nos enganar. Todos os dias dou volta nesta cidade e só vejo um mistério entre o despejo num bairro de lata.

Não há ânimos. No alongar da noite lavro minha alma como semente que dorme sob a terra num campo de batalha. Sim, aqui é um campo de batalha de todos os escalões, até que um sénior dá início na então partida de apertar o estômago.

No acordar, o silêncio faz-se vida e vibra pela manhã, e a alma que nele habita encontra um lugar onde apaziguar. Caminho só em um passo seguido. Sigo em mim mesmo em direcção a um horizonte surreal de poder desgovernado.

Uma noite é sentida quando o sonho abandona a despedida. Questiono que sentido se faz, pois não se sente o calor que faz o cala-frio esconder-se no seu mais precioso lugar.

O quente é o algoz, e enquanto os dias passam, pouso em mim sem que um estupendo milagroso me pegue. Numa altura em que o p’ovo esqueceu-se da partida, desconhece onde ir, onde for a luz que chega às crianças torna-se numa partida, e um choro jogado entre o rosto emagrecido vistoso sobre à luz dividida entre o preto e o branco.

Não há luz que chega difundida, só há, como sempre, um arco-íris à margem dos anseios que se faz parecer no recôndito da foz sobre as águas dissolvidas. Não se fala de nada… É difícil acreditar que usamos a própria fome como instrumento para nos entreter.

Há um certo tempo costumava a pensar por que razão o poder da fome tem tanto peso, se factura em nós o próprio preço estabelecido? Foi uma convicção depois de uma fé conseguida, coberta de tantos porquês.

O poder não consente, não se mexe, não se reflete. Há um lugar dentro de nós que o vazio resgatou, na presença de um surto inoportuno que dá voz num instante na medida que a ferida seja sentida.

Jamais será tempo perdido a pedido de repouso, ou que talvez o tempo perdido esteja alinhado a um ponto com várias cicatrizes de reticências. Que o fim prospere no seu limite, que continue no seu propósito de fazer sentir à esquerda o poder da fome que toma conta das vielas.

Aqui as vidas temem em forte suspiro. Dia e noite os desejos consentem, e intrinseca mente tão bem quando o assunto é interiorizar o dis curso voltado a si próprio quando a foz intercede as vozes vendo o grito da fome a passar. Passa-se como se fosse criança à espera do belo no prato, e uma prática sustentável à deriva!…

 

Por: N’Dom Calumbombo

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