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O futebol: Uma paixão intemporal que une gerações em Angola

Jornal Opais por Jornal Opais
24 de Janeiro, 2025
Em Opinião

O futebol é mágico, um dos deuses mais poderosos criados pelo ser humano. Em Angola, essa magia transcende o tempo e se enraíza profundamente no espírito do povo.

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Desde os tempos em que as partidas eram disputadas em campos improvisados de terra batida até os modernos relvados dos estádios que hoje acolhem competições nacionais e internacionais, o futebol continua a ser o fio condutor que liga gerações.

É a linguagem universal que fala a crianças, jovens, adultos e idosos, mantendo acesa a chama da emoção a cada jogo da nossa selecção nacional, os “Palancas Negras”.

Lembro-me das tardes em que nos reuníamos à volta de um rádio de pilha, na década de 1990, para acompanhar as façanhas de Angola na Taça Africana das Nações. O narrador descrevia cada jogada com uma paixão que nos fazia sentir dentro do campo.

Hoje, a mesma ansiedade toma conta dos jovens, só que agora diante de televisores de última geração ou acompanhando cada lance através dos seus smartphones, trocando mensagens em tempo real sobre a performance dos nossos craques no Girabola ou sobre jogadores angolanos que brilham no exterior. A tecnologia evoluiu, mas a emoção permanece intacta.

Vivemos numa era em que cada golo é visto e revisto em segundos, onde erros de arbitragem são desafiados pelo VAR, e cada detalhe de uma jogada pode ser analisado por milhões em tempo real.

Em 2006, na histórica estreia de Angola num Campeonato do Mundo, o País parou para ver o empate com o México. As ruas estavam cheias de esperança, e a televisão pública de Angola transmitia cada lance como se fosse o destino da Nação em jogo.

Hoje, com as redes sociais, cada partida transformase numa explosão de debates, memes e análises minuciosas, aproximando ainda mais os adeptos ao desporto-rei. Mas o futebol angolano é mais do que apenas os grandes torneios.

Nos bairros de Luanda, Benguela ou Lubango, a paixão pelo jogo floresce nos campos improvisados, nas partidas entre amigos, onde uma bola de trapos pode criar estrelas em potencial.

Quantos craques não começaram assim? Manucho, Mantorras, Gilberto – todos saíram dos nossos campos humildes para brilhar além-fronteiras, provando que o talento angolano é uma força que resiste ao tempo e às circunstâncias.

No entanto, mesmo com todo o amor pelo futebol, há desafios que precisamos enfrentar. O desporto em Angola precisa de mais investimento em infra-estruturas, de uma formação de base sólida e de uma gestão mais profissional.

Se quisermos que o futebol continue a ser o elo de união entre gerações, é essencial que as autoridades, os clubes e os adeptos trabalhem juntos para garantir um futuro sustentável para a modalidade.

O mundo mudou, mas o futebol continua a ser o mesmo jogo simples, apaixonante e envolvente. Em Angola, cada partida é mais do que um jogo – é uma celebração da identidade nacional, um sonho colectivo que se renova a cada apito inicial.

Porque, no final, independentemente das mudanças tecnológicas ou das tendências modernas, o futebol permanece intemporal, capaz de unir corações e contar histórias que jamais serão esquecidas

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