Sabemos que a escrita é um dos principais meios para a obtenção de informações, pelo que acaba por ser fundamental ao homem ter este meio de comunicação nos seus programas de ensino e aprendizagem desde os primeiros contactos com a escola. Assim, temos como objectivo reflectir sobre o processo de ensino e aprendizagem da escrita nos dias de hoje, enquanto caminho que nos leva à produção de saberes.
O nosso objecto de estudo remete para a escrita como um meio que ajuda bastante no desenvovimento cognitivo de quem a concretiza, pois fornece o desenvolvimento da capacidade da imaginação, auto-crítica, a criatividade, assim como a competência linguística e textual.
Partindo-se das hipóteses de que para que se ganhe o hábito de escrita e ter impacto positivo, urge ao escrevente começar a abordar os assuntos do seu domínio de forma mais prazerosa, do mesmo modo que o uso das capacidades de escrita só será desenvolvida na vida de quem o tiver como uma prática do seu dia-a-dia.
Desta forma, segundo Silveira (2014), “existem alguns elementos no processo de ensino que devem ser considerados relevantes: Quem ensina? Como ensina? Quem aprende? Como aprende? Para que isso ocorra, é preciso ter o conhecimento teórico e a didática”.
Torna-se, assim, essencial que o professor, que é quem se tornará responsável pelo processo de ensino e aprendizagem da escrita, tenha o conhecimento teórico necessário, pois as suas práticas e metodologias constituem as suas ferramentas para direccionar os seus alunos no caminho do sucesso, uma vez que a escrita promove a reflexão e favorece um raciocínio claro.
Para tanto, o escrevente adquire uma posição activa em seu processo de aprendizagem, pois percebe que é capaz de se posicionar diante do conhecimento, além de questionar e formular argumentos bem fundamentados.
Metodologicamente, recorrem-se a vários métodos de ensino e aprendizagem para o desenvolvimento da escrita, porém nem todos são eficientes e, por outro lado, nem todos os métodos ou meios são de domínios de quem escreve, facto este que cabe a cada um adequar-se àquele método que melhor lhe satisfaça.
Neste âmbito, é fundamental que o escrevente esteja seguro na sua prática, que seja investigador e que tenha a correcta percepção de como utilizar os métodos e as estratégias que lhes são implícitas.
A escrita constante ajuda a desenvolver familiaridade com a leitura, daí que escrever é importante porque ajuda a fixar a grafia correcta das palavras. Deste modo, devemos levar em conta as seguintes etapas:
• Fase da pré-escrita: planificação;
• Fase da escrita: textualização;
• Fase da pós-escrita: revisão.
Após a nossa exposição, temos algumas considerações a fazer, que nos levaram às breves reflexões abaixo:
• Para que se ganhe o hábito de escrita e ter impacto positivo, urge ao escrevente começar a abordar os assuntos do seu domínio de forma mais prazerosa.
•Por último, o uso das capacidades de escrita só será desenvolvida na vida do escrevente se este o tiver como uma prática do seu dia-a-dia.
Por: FELICIANO ANTÓNIO DE CASTRO (FAC)








