Quanto à liderança global, a importância de se promover a paridade de género é um compromisso que se inscreve na continuidade da Plataforma de Acção de Beijing.
Ela permanece na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas, a representação das mulheres nos mais altos níveis de decisão política e institucional continua a não reflectir a diversidade e o potencial das sociedades.
Neste sentido, a eventual eleição de uma mulher para o cargo de secretária-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) contribuiria para amplificação da agenda da igualdade de género. Esse facto, a acontecer, reforçaria a presença da mulher na liderança mundial.
Desde os tempos remotos, a luta por direitos e deveres é imparável. Ainda assim, os resultados não convencem as organizações femininas. Assim sendo, numa iniciativa das missões permanentes do Qatar e do Ruanda junto das Nações Unidas, o Diálogo Anual do Grupo de Amigos sobre a Paridade de Género foi presidido pela presidente da Assembleia-Geral do organismo fundado em 1945, Annalena Baerbock.
Em Nova York, Estados Unidos da América (EUA), a ministra da Acção Social, Família e Promoção da Mulher, Ana Paula do Sacramento Neto, defendeu com particular relevância a discussão sobre a liderança feminina na ONU.








