A assinatura dos Acordos de Paz em Angola, acto assinado no dia 4 de Abril de 2002, continua a ser um exemplo para muitos países dentro e fora do continente africano. Enquanto Estado soberano, Angola viveu longos anos de conflito armado. O calar das armas foi substituído pela diplomacia.
Processo que permitiu às partes colocarem o preto no branco para o bem de todos os filhos desta terra. A Paz, mais do que ser um estado de espírito, vai sendo o farol para o desenvolvimento do país em várias áreas da vida pública e privada há mais de duas décadas.
Assim, é sustentada por um processo democrático, o qual culmina regularmente, de cinco em cinco anos, com a realização de eleições livre e justas em toda Angola.
Na mesa-redonda sobre o Dia da Paz em Angola, organizada pelo Consulado de Angola em Houston, Estados Unidos da América (EUA), o ex-vice-presidente da República, Bornito de Sousa, enalteceu o papel do Presidente João Lourenço quanto às matérias sobre o processo de reconciliação nacional.
Deste modo, para se alcançar a Paz na África Austral e arredores, o modelo usado pelo Chefe de Estado angolano é seguido por vários organismos internacionais do continente, visto que Angola tem experiência acumulada quanto à resolução de conflitos.








