Para acelerar o desenvolvimento sustentável, a Inteligência Artificial (IA) conta com várias oportunidades. É um campo da ciência da computação capaz de desenvolver sistemas com capacidade de “substituir” a inteligência humana.
Assim sendo, aprender, pensar, planear e criar são ferramentas que completam o seu motor de busca. Por isso, analisa volumes de dados, identifica padrões, toma decisões e automatiza tarefas. Nesta ordem, a implementação da IA deve respeitar os Direitos Humanos (DH) e outros instrumentos jurídicos. Com mecanismos adequados de regulação e de governação, este instrumento garante soluções pontuais.
Quanto à ética sobre a IA, o Projecto Readiness Assessment Methodology (RAM) foi lançado ontem em Luanda. E permitirá avaliar áreas essenciais como infra-estruturas tecnológicas, enquadramento legal e institucional, bem como a capacitação técnica para soluções responsáveis. É ponto assente que iniciativa foi promovida pelo Ministério das Telecomunicações, Técnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), através da Direcção Nacional de Políticas de Cybersegurança e Serviços Digitais, com a participação da Comissão Nacional de Angola para a UNESCO.
Na cerimónia de abertura, o secretário de Estado do MINTTICS, Ângelo Buta, realçou que o projecto constitui um passo estratégico para fortalecer a governação da IA, alinhado ao Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2023/2027.








