Em qualquer ordenamento jurídico, a circulação de pessoas e bens acelera a economia. Gera empregos directos e indirectos. Permite a entrada de investimento estrangeiro. O arranque deste processo depende da segurança pública. É da alçada da Polícia Nacional. É um órgão de segurança interna. Tem a missão de manter a ordem e a tranquilidade pública. A paz social deve ser estável e corrente.
A presença das forças policiais em acções preventivas e repressivas demonstra o real papel desta instituição. Age antes, durante e depois para conter os delitos. Micro-operações suportadas por trabalhos de inteligência policial em diferentes pontos do país influenciaram a redução do crime. Buscas e patrulhamentos contribuíram para o sucesso dessas operações.
Após a reunião do Conselho de Segurança Nacional, orientada ontem pelo Presidente da República, João Lourenço, o comandante-geral da Polícia Nacional, Francisco Ribas da Silva, disse que a criminalidade em Angola registou uma redução de 10,1 por cento no primeiro semestre deste ano.
À imprensa, entre os principais indicadores, o comissário-geral destacou a redução de 16,5 por dos crimes praticados com recurso à arma de fogo, cinco por cento da criminalidade violenta, 17 por cento dos casos de violência sexual, 13,7 por cento dos roubos, 2,5 por cento dos homicídios e 0,9 por cento da violência doméstica.





