Nossa Seguros BFA SB FIB BANCO BAI
Seg, 12 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

É de hoje…Sempre a RDC…

Dani Costapor Dani Costa
25 de Março, 2025
Em Opinião

Não haverá em África um país mais interessado na paz na República Democrática do Congo do que Angola. A extensa fronteira entre os dois países faz com que estejam de algum modo alinhados na busca de uma solução para os diferendos que os afligem, conscientes de que o agudizar da situação político-militar num deles, o outro terá, inevitavelmente, consequências.

Desde a época colonial que assim acontece, quando milhares de angolanos, depois da República Democrática do Congo, o então Zaíre, se ter tornado independentes do regime colonial belga, acabaram por acolher estes civis e até mesmo representações dos antigos movimentos de libertação de Angola, com ênfase para a UPA/FNLA, de Holden Roberto, e o MPLA.

O mesmo se pode dizer em relação aos últimos incidentes ocorridos em território congolês, cujas consequências ainda se fazem sentir com a presença de deslocados no município do Lôvua, na Lunda-Norte, e de tantos outros cidadãos congoleses que todos os dias tentam penetrar no país através da extensa fronteira.

A paz no Congo é um desiderato que qualquer angolano são apregoaria, independentemente de quem venha a ser o mediador dos conflitos que assolam o vasto território do país vizinho. Actualmente, é com o M23 – que se diz apoiado pelo Ruanda – que as autoridades oficiais congolesas buscam uma solução política, em negociações que inicialmente passaram por Luanda, Angola, onde se esperava nos últimos tempos que viesse a ser selado os acordos definitivos.

Por mais vontade política que exista de quem medeie, as posições dos mediados devem estar em sintonia para que os resultados esperados possam, finalmente, dar frutos.

No caso congolês, que recrudesce ano após ano com novos actores políticos e até beligerantes, não tem sido fácil avistar pontos coincidentes, ou seja, capazes de satisfazer os interesses das partes.

Com os últimos desenvolvimentos no processo, que culminaram com um encontro no Qatar entre os presidentes Félix Tshissekedi, da República Democrática do Congo, e Paul Kagame, do Ruanda, espera-se que se consiga então o tão esperado acordo que restaure a paz nas regiões congolesas mais conturbadas neste momento.

Para já, os sinais emitidos por um dos contendores, no caso o M23, apontam para a intensificação do próprio conflito. Embora continue a ser uma pedra nos sapatos angolanos, por conta das consequências vindas da RDC, Angola procura agora assumir um outro papel.

Segundo o comunicado tornado público ontem, “passados quase dois meses de ter assumido a Presidência pro tempore da União Africana, Angola considera a necessidade de se libertar da responsabilidade de medianeiro deste conflito do leste da RDC, para se dedicar de forma mais ampla às prioridades gerais definidas pela organização continental, que se prendem com a paz e segurança do continente no seu todo, às infra-estruturas, ao comércio livre continental, à luta contra as epidemias, endemias e pandemias, ao desenvolvimento económico e social e à justiça aos africanos e afro-descendentes através de reparações”.

O documento indica que, “com a Comissão da União Africana, serão dados nos próximos dias os passos necessários para se encontrar o país cujo Chefe de Estado, coadjuvado pela SADC, a Comunidade da África do Leste e os facilitadores, deverá assumir a mediação do conflito entre a RDC e o Ruanda”.

Publicidade

Maís Populares

  • Huambo acolhe acto central das comemorações do 35° aniversário das FAA

    Huambo acolhe acto central das comemorações do 35° aniversário das FAA

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Carteira digital do PayPay processa 2,35 milhões de transferências em Setembro

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Unitel Estrelas ao Palco inicia este sábado a fase das eliminatórias

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Empreendedora angolana cria plataforma para venda de produtos africanos em Portugal

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Cine Teatro Nacional reabre as portas esta Quinta-feira

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Relacionados - Publicações

Presidente da República participa no fórum mundial sobre segurança alimentar em Roma

Presidente da República participa no fórum mundial sobre segurança alimentar em Roma

12 de Outubro, 2026
Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

9 de Outubro, 2026
A Competência não basta

O trabalho que não fazemos

9 de Outubro, 2026
A linguagem universal do futebol

O desporto não pode perder a humanidade

9 de Outubro, 2026
As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

9 de Outubro, 2026
Carregar Mais

Relacionados - Publicações

Presidente da República participa no fórum mundial sobre segurança alimentar em Roma

Presidente da República participa no fórum mundial sobre segurança alimentar em Roma

12 de Outubro, 2026
Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

Diplomacia angolana: mérito do trabalho e vaidade dos títulos

9 de Outubro, 2026
A Competência não basta

O trabalho que não fazemos

9 de Outubro, 2026
A linguagem universal do futebol

O desporto não pode perder a humanidade

9 de Outubro, 2026
As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

As bocas do Tibocas – Vidas de Ninguém (XXXVI)

9 de Outubro, 2026
Carregar Mais
Artigo Seguinte
Carta do leitor: Devíamos ter pena de morte?

Carta do leitor: Devíamos ter pena de morte?

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.