EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Qui, 11 Jun 2026
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

É de hoje…Sempre a RDC…

Dani Costa por Dani Costa
25 de Março, 2025
Em Opinião

Não haverá em África um país mais interessado na paz na República Democrática do Congo do que Angola. A extensa fronteira entre os dois países faz com que estejam de algum modo alinhados na busca de uma solução para os diferendos que os afligem, conscientes de que o agudizar da situação político-militar num deles, o outro terá, inevitavelmente, consequências.

Poderão também interessar-lhe...

É de hoje… Não à síndrome de Estocolmo

É de hoje… Angola pisca os olhos à Sérvia

Quando os sistemas falam entre si, o doente chega mais depressa ao lugar certo

Desde a época colonial que assim acontece, quando milhares de angolanos, depois da República Democrática do Congo, o então Zaíre, se ter tornado independentes do regime colonial belga, acabaram por acolher estes civis e até mesmo representações dos antigos movimentos de libertação de Angola, com ênfase para a UPA/FNLA, de Holden Roberto, e o MPLA.

O mesmo se pode dizer em relação aos últimos incidentes ocorridos em território congolês, cujas consequências ainda se fazem sentir com a presença de deslocados no município do Lôvua, na Lunda-Norte, e de tantos outros cidadãos congoleses que todos os dias tentam penetrar no país através da extensa fronteira.

A paz no Congo é um desiderato que qualquer angolano são apregoaria, independentemente de quem venha a ser o mediador dos conflitos que assolam o vasto território do país vizinho. Actualmente, é com o M23 – que se diz apoiado pelo Ruanda – que as autoridades oficiais congolesas buscam uma solução política, em negociações que inicialmente passaram por Luanda, Angola, onde se esperava nos últimos tempos que viesse a ser selado os acordos definitivos.

Por mais vontade política que exista de quem medeie, as posições dos mediados devem estar em sintonia para que os resultados esperados possam, finalmente, dar frutos.

No caso congolês, que recrudesce ano após ano com novos actores políticos e até beligerantes, não tem sido fácil avistar pontos coincidentes, ou seja, capazes de satisfazer os interesses das partes.

Com os últimos desenvolvimentos no processo, que culminaram com um encontro no Qatar entre os presidentes Félix Tshissekedi, da República Democrática do Congo, e Paul Kagame, do Ruanda, espera-se que se consiga então o tão esperado acordo que restaure a paz nas regiões congolesas mais conturbadas neste momento.

Para já, os sinais emitidos por um dos contendores, no caso o M23, apontam para a intensificação do próprio conflito. Embora continue a ser uma pedra nos sapatos angolanos, por conta das consequências vindas da RDC, Angola procura agora assumir um outro papel.

Segundo o comunicado tornado público ontem, “passados quase dois meses de ter assumido a Presidência pro tempore da União Africana, Angola considera a necessidade de se libertar da responsabilidade de medianeiro deste conflito do leste da RDC, para se dedicar de forma mais ampla às prioridades gerais definidas pela organização continental, que se prendem com a paz e segurança do continente no seu todo, às infra-estruturas, ao comércio livre continental, à luta contra as epidemias, endemias e pandemias, ao desenvolvimento económico e social e à justiça aos africanos e afro-descendentes através de reparações”.

O documento indica que, “com a Comissão da União Africana, serão dados nos próximos dias os passos necessários para se encontrar o país cujo Chefe de Estado, coadjuvado pela SADC, a Comunidade da África do Leste e os facilitadores, deverá assumir a mediação do conflito entre a RDC e o Ruanda”.

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

É de hoje… Não à síndrome de Estocolmo

por Jornal OPaís
11 de Junho, 2026

Uma das revelações mais aborrecidas que tive em mãos foi um relatório da Universidade Católica, realizado por investigadores reputados, há...

Ler maisDetails

É de hoje… Angola pisca os olhos à Sérvia

por Dani Costa
10 de Junho, 2026

Quem acompanhou o discurso da tomada de posse do Presidente João Lourenço, em 2017, em plena Praça da República, lembrar-se-á...

Ler maisDetails

Quando os sistemas falam entre si, o doente chega mais depressa ao lugar certo

por Jornal OPaís
9 de Junho, 2026

“Quando os sistemas se comunicam e estão integradgos, o doente não se perder no processo e chega mais depressa ao...

Ler maisDetails

É de hoje… A bola está com os profissionais da Saúde

por Dani Costa
9 de Junho, 2026

A praticamente um ano das eleições gerais no país, onde se elegerá o partido que vai governar e, concomitantemente, o...

Ler maisDetails

Mais de 80% dos produtos distribuídos pela AngoAlissar são fabricados em Angola

11 de Junho, 2026

Presidente da República autoriza obras de requalificação no Bairro Txizaízanga 2

11 de Junho, 2026

MINTTICS repõe site do ANGOTIC em resposta a ataque cibernético

11 de Junho, 2026

Presidente da República autoriza obras de requalificação no Bairro Txizaízanga 2

11 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Mundial 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.