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Diplomacia pública, turismo e a necessidade de um “nation branding” angolano

Jornal Opais por Jornal Opais
31 de Maio, 2024
Em Opinião

A diplomacia pública e a dimensão turística são componentes cruciais no “nation brading” de qualquer país que pretende moldar, promover uma imagem positiva do país no cenário internacional e diversificar, consequentemente, a sua economia através do sector do turismo.

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Promover a imagem de Angola no exterior constitui um dos objectivos do actual governo. Nos últimos 5 anos, foram adoptadas algumas medidas internas, assim como iniciativas externas junto de algumas Missões Diplomáticas a fim de cumprir com este desiderato.

Todavia, é visível que estamos aquém das expectativas e isto impõe uma (re)avaliação estratégica e metodológica do actual modelo por parte do Executivo.

Diferente da propaganda utilizada com frequência pelos Estados no passado, hoje os Estados socorrem-se da diplomacia pública para melhorar a sua imagem no exterior, procurando estabelecer e fortalecer contactos formais e informais nos diversos círculos (jornalistas, académicos e artistas) de modos a convencer a opinião pública a favor do Estado.

É neste sentido que diplomacia pública angolana deve ser mais activa a fim de melhorar a percepção internacional de Angola, fortalecendo as relações culturais, económicas, políticas com outros países.

Entendemos que uma estratégia de promoção da imagem de Angola no Exterior deveria basearse em 4 pontos cruciais.

Primeiro, por via de programas culturais e educacionais, ou seja, é preciso dar primazia aos intercâmbios científicos, fomentar a cooperação entre universidades e facilitar vistos de pesquisa e de cursos de verão em Angola, realizar festivais culturais internacionais, destacando a música, dança e a gastronomia angolana; Segundo, é fundamental que se invista numa comunicação estratégica, explorando os Mídias (sociais) e digitais, com conteúdo sobre Angola, incluindo aspectos económicos, projectos de desenvolvimento, oportunidades de negócios, inovação e cultura; Terceiro, é preciso um maior engajamento da diáspora, ou seja, as Missões Diplomáticas em conjunto com a comunidade angolana devem desenvolver localmente um conjunto de actividades que visam desenvolver e promover o intercâmbio cultural; Quarto, através do marketing turístico é necessário que se desenvolvam campanhas que promovam os destinos turísticos de Angola, estabelecer parcerias com agências e influenciadores de viagens.

Em síntese, a melhoria da imagem de Angola dependerá de uma estratégia assente num “nation brading”, ou seja, num conjunto de acções de marketing, relações-públicas para promover a nossa identidade nacional, atraindo turistas, investidores e melhorando a percepção global.

Mas, o sucesso destas ações dependerá do investimento que será feito nas infraestruturas de transporte, comunicação, alojamento, saneamento básico, segurança pública e da coordenação interministerial na execução do plano estratégico.

 

Por: TIAGO QUISSUA ARMANDO

*Especialistas em Relações Internacionais e docente universitário

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