O Corredor do Lobito (Benguela), para além de Angola, é uma linha férrea que também liga a República Democrática do Congo (RDC) e a Zâmbia. Na perspectiva de alguns agentes económicos, é uma plataforma de transformação económica regional. Enquanto eixo estruturante, um dos desafios passa pela coordenação entre os países envolvidos.
Entretanto, vai fortalecer um maior alinhamento entre as instituições e os seus parceiros. Por isso, a sua articulação, quanto ao desenvolvimento das infra-estruturas, bem como à melhoria e à transparência em recursos integrados sobre sistemas de monitorização, vai alimentar não só Porto do Lobito, mas também outros players locais e estrangeiros.
Na cadeia global de minerais críticos, o cobre e o cobalto vão atrelar-se ao aproveitamento do potencial de energias renováveis. A posição desses recursos continua em caixa alta no mercado.
No Fórum Internacional de Energia e Clima de Viena, Áustria, o secretário executivo da Agência de Facilitação de Transporte de Trânsito do Corredor do Lobito (AFTTCL), Amadeu Leitão Nunes, adiantou que o encontro permitiu analisar caminhos para aprofundar a cooperação com outros parceiros.
O evento, organizado pela UNIDO, em parceria com o Ministério Federal para Assuntos Europeus e Internacionais da Áustria, Agência Austríaca de Desenvolvimento e o Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados, valorizou também a articulação com outras cadeias do sector.









