Com muita frequência, ouvimos ou lemos, nos meios de comunicação social, mensagens desconectadas da realidade de instituições e figuras públicas. Diante disso, surge a pergunta: o que está a acontecer? A Razão é simples: os discursos nem sempre correspondem às práticas das organizações.
O exemplo mais recente é o caso da Administração Geral Tributária (AGT), cujo Presidente do Conselho de Administração, José Leiria, foi chamado a depor em tribunal no conheci do caso do desvio de 100 mil milhões de kwanzas.
O responsável reconheceu o des falque, mas argumentou que os valores rondavam os 6,4 mil mi lhões, contestando a acusação do Ministério Público. Se foram 100 ou 6,4 mil milhões, não vem agora à ribalta, mas o importante é que alguns arguidos foram condena dos e outros absolvidos.
A argumentação do PCA sugere uma tentativa de gerir a imagem e reputação, mas isso parece uma utopia quando não há consistência e coerência entre discurso e a prática.
Na era da comunicação integra da contratar uma entidade ape nas para gerir a imagem e reputação não resolve o problema de incomunicação institucional. As empresas precisam alcançar maturidade comunicacional e compreender que actualmente comunicar não é vaidade, mas uma questão de estratégia e de sobrevivência das instituições, especial mente em momentos de crise.
A gestão comunicacional torna-se, assim, imprescindível. A comunicação estratégica deve ser encarada como o ar ou a água para a sobrevivência dos huma nos. Porque sua principal função é posicionar a marca na mente do público, não apenas como produto ou serviço, mas como ideia e va lor, actuando internamente e ex ternamente.
Por: Olívio dos Santos







