Para se fortalecer o sistema nacional de saúde, o compromisso com a ciência é o caminho. A valorização do saber científico, enquanto motor de soluções, salva vidas e orienta decisões baseadas em evidências. Por isso, a solidariedade global não deve, por nada, ser descartada.
Transforma as descobertas científicas em acções concretas. Reduz as desigualdades no acesso aos serviços essenciais. Neste prisma, a aposta no capital humano tem sido um facto. Para Angola, enquanto Estado soberano, esta prioridade consubstancia-se ao lema global “Juntos pela saúde, apoie a ciência”.
O Dia Mundial da Saúde, assinalado ontem, marca a fundação da OMS em 1948. Deste modo, Angola, à luz da sua estratégia nacional de modernização do sector, tem introduzido novas tecnologias. Em razão disto, a cirurgia robótica é uma realidade e a isso vai juntar-se também a produção local de medicamentos para dar resposta aos objectivos que estão por vir nos próximos tempos.
Assim sendo, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, adiantou que Angola, ao reforçar a utilização de dados, tecnologias e melhores práticas clínicas, está a construir um futuro para que nenhuma família fique para trás.








