BFA AIMC BFA SB SB FIB BANCO BAI
Sáb, 24 Out 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS

Carta do leitor:Aonde andam os inquiridores?

Jornal Opaispor Jornal Opais
2 de Outubro, 2024
Em Opinião
0
Tempo de Leitura: 2 mins de leitura
Carta do leitor:Aonde andam os inquiridores?

Espero que esteja tudo bem com a equipa do jornal OPAÍS e deixa, desde já, dizer que lamento imenso a perda do vosso colega, Ismael Mateus! Sou um cidadão muito atento às coisas ligadas às políticas do Estado e, sempre que há um projecto de desenvolvimento social, atiça ainda mais a minha atenção.

É assim que tive o cuidado de acompanhar o lançamento do Censo, através dos meios de comunicação social, com destaque para o jornal OPAÍS, a 19 de Setembro do corrente ano.

É um importante momento, pois precisamos de saber quantos somos, como vivemos e o que precisamos, para que haja políticas certas nos locais certos.

Na verdade, e por isso mando esta carta do leitor, caros jornalistas, estou preocupado com o facto de, passados mais de dez dias desde o lançamento oficial do Censo Populacional, não estou a ver os inquiridores, nem a visitarem a minha pobre casa – aqui, nas imediações da Condel, no bairro Zamba 4, no Cazenga, muito menos na casa da minha mãe, nas imediações do bairro Sanza Pombo, no Grafanil Bar, em Viana.

O que se passa com os inquiridores? Será que seremos mesmo todos contados em um mês? São questões que muitos angolanos continuam a fazer, pelo facto de o “grupo de uniforme laranja” não estar a ser visto nas comunidades, principalmente aqui na capital do país.

Precisamos ser contados, e esta não é a primeira vez que isso acontece, mas penso que o último Censo, de 2014, esteve melhor organizado, tanto em termos de logística quanto no cumprimento das etapas do processo, bem como na comunicação com a população.

Há a necessidade de se melhorar enquanto dá tempo de ver este aspecto, ver o que está a falhar e procurar corrigir. Se foram contratadas poucas pessoas, se há dificuldades de logística, que nos digam, só não nos deixem assim, com dúvidas de que o Censo não esteja a acontecer, porque não estamos a ver os inquiridores a “deambularem” nos bairros ou a baterem às nossas portas.

Por favor, nos dão alguma informação, pois o cidadão tem direito, de acordo a CRA, à informação. Ou então não estamos a ser inquiridos ainda porque estamos no gueto? Se calhar, vocês que vivem nas centralidades já foram contados e nós vamos ficar para o fim!

Só pode. Mas a verdade é que, mais ou menos dias, se estiverem a fazer mal este trabalho, os resultados virão à to- na. Se forem forjados os números, para apresentarem o trabalho no tempo programado, quem terá dificuldade de gerir o país ou implementar os eixos de governação serão vocês – os dirigentes.

Quando o dirigente não sabe o número de crianças em idade escolar existente no seu território, por exemplo, não saberá a necessidade de escolas primárias para aquela zona. Temos de ser sérios com os dados do Censo. Aquele abraço!

POR:Luís Sete Manuel, Cazenga

Relacionados - Publicações

A linguagem universal do futebol

Duas finais consecutivas, um sonho por cumprir

23 de Outubro, 2026
A Competência não basta

Técnicos vs. gestores

23 de Outubro, 2026
Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

23 de Outubro, 2026
Clima e preço do prato: como a seca e as chuvas ditam a inflação alimentar?

Renda, luz, água: como negociar contas e evitar cortes

23 de Outubro, 2026
A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

23 de Outubro, 2026
A juventude tem voz. Mas tem poder de decisão?

A juventude tem voz. Mas tem poder de decisão?

23 de Outubro, 2026
Carregar Mais

Maís Populares

  • GPL disponibiliza resultados definitivos do concurso público do regime geral e especial

    GPL disponibiliza resultados definitivos do concurso público do regime geral e especial

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • FIFA sanciona Federação Angolana de Futebol por incumprimento de decisão disciplinar sobre o 1.º de Agosto

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Luanda acolhe formação sobre normatização electrotécnica

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • GPL disponibiliza resultados da validação das candidaturas aos concursos públicos

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
  • Ucrânia acusa Rússia de atacar instalações energéticas no Norte do país

    0 partilhas
    Partilhar 0 Tweet 0
Siga OPAÍS no WhatsApp

Relacionados - Publicações

A linguagem universal do futebol

Duas finais consecutivas, um sonho por cumprir

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

A Competência não basta

Técnicos vs. gestores

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

Antes de apontarmos o dedo, olhemos para nós

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Clima e preço do prato: como a seca e as chuvas ditam a inflação alimentar?

Renda, luz, água: como negociar contas e evitar cortes

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

A inexistência da obrigatoriedade na produção textual como estratégia para o aprimoramento da escrita e prática das normas gramaticais

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

A juventude tem voz. Mas tem poder de decisão?

A juventude tem voz. Mas tem poder de decisão?

por Jornal OPaís
23 de Outubro, 2026

...

Carregar Mais
Artigo Seguinte
Feira multicultural  movimenta Museu de  Antropologia em Luanda

Feira multicultural movimenta Museu de Antropologia em Luanda

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Bem-vindo de Volta!

Entre para a sua conta abaixo

Esqueceu a Palavra-passe?

Recuperar palavra-passe

Por favor, insira o seu nome de utilizador ou endereço de correio-electrónico para reposição da sua palavra-passe.

Entrar
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM