À coordenação do jornal O PAÍS, saudações e votos de óptima Sexta-feira! Nos últimos dias, quem circula pelas ruas do Zango, em Icolo e Bengo, mais concretamente na Dira, Sagres, Ilha Seca e outros pontos, depara-se com grandes amontoados de lixo. Não se sabe ao certo se as empresas estão mes- mo a recolher ou não.
Tem sido notório e os moradores, sem outro local para depositar, aumentam o lixo. Por conta disto, alguns pontos do Zango estão a cheirar mal. As autoridades continuam, creio, de braços cruzados e sem muito para fazer pela vida dos cidadãos, talvez! Importa realçar que São Pedro abriu as comportas no Zango e foi duro.
Imagine-se agora o lixo e a água da chuva nos passeios e por baixo das árvores! É a saúde do angolano que já é pouca, sabe-se lá por que razão, que volta a estar em risco por não se recolher os resíduos naquela parcela da província de Icolo e Bengo. Com esta reclamação, espero que o administrador local e o governador Auzílio Jacob não me achem impopular, porque é apenas um acto de cidadania que faço.
Não é possível ver gente a comer e a beber próximo de amontoados de lixo e achar-se normal, porque a saúde deve valer ouro para se realizarem outras tarefas mais importantes da nossa vida. Está demais, socorro!
POR: Filomeno A. Diaka, Zango I








