Ao coordenador do jornal OPAÍS, saudações e votos de óptima Quarta-feira! A venda a grosso ou a retalho de produtos perecíveis e não perecíveis impõe regras rígidas de higiene e saúde; porém, isto não tem acontecido nos armazéns localizados à beira da estrada, no Zango I, ao pé do mercado, na província de Icolo e Bengo.
Quem passa por aquela zona, a pé ou de carro, e também para os que por lá praticam actos de comércio no sector formal e informal, todos os dias, pelas narinas “come” aquele cheiro horrível! O cheiro nauseabundo é resultado dos produtos que são diariamente vendidos aí.
Não se observam as regras básicas de higiene. À beira da estrada e noutros pontos do perímetro, pode-se enxergar águas podres, bichos a circularem, moscas e lixo em tudo quanto é canto. A vala a céu aberto também contribui, porque tudo o que é lixo entra nela e, como já atingiu a exaustão, todo o mundo que por aí passa, não importa a hora, é obrigado a sentir o tão horrível cheiro.
Por conta disto, a administração do Zango, para o bem da saúde dos seus munícipes, tem a obrigação de ouvir todos os comerciantes daquela zona e os mobilizar, a fim de encontrarem melhores formas de tratar o local tido como o ganha-pão para as famílias.
A saúde dos cidadãos e não só está em risco e isso é completamente ignorado, pois nota-se que as pessoas ficam mais de uma hora naquele local a vender e até a comer alguma coisa.
A administração do Zango, em nome do Governo de Icolo e Bengo deve, sim, esgotar todos os meios administrativos possíveis para se repor a higiene e saúde naquele onde a venda de produtos é a maior referência. Maior parte das famílias faz morada aí para obter os frescos e outros produtos para se consumirem em casa. Portanto, a administração local tem uma palavra, urgente!
POR: Raimundo Mbila, Viana









