A busca da paz na República Democrática do Congo (RDC), por ser um país com recursos minerais estratégicos para o desenvolvimento do continente africano e não só, continua a mobilizar diversos esforços diplomáticos.
Assim sendo, a promoção do diálogo e a redução da tensão no Leste daquele país com os rebeldes do M23, supostamente apoiados pelo Ruanda, impõem soluções políticas sustentadas com base no diálogo. No quadro dos mecanismos regionais e continentais, a resolução do conflito é urgente.
Porém, o protocolo de Doha, Qatar, assim como o de Washington, EUA, não deve ser ignorado. É ponto assente que esse “dossier” conduziu à assinatura dos acordos de Paz entre Félix Tshisekedi da RDC e Paul Kagame do Ruanda. Acto rubricado no ano passado nas terras do Tio Sam.
Na prática, o país das colinas continua a violar os acordos. Neste processo, Angola, em nome do Presidente João Lourenço, tem tido um papel activo. Integra esforços regionais. Restaurar o bem inalienável e indestrutível nas terras de Théophile Obenga, Elikia M’Bokolo e outros é a meta.
Com base no esforço conjunto de líderes africanos, o Presidente da República de Angola, João Lourenço, recebeu ontem em Luanda os homólogos do Togo, Faure Gnassingbé, Félix Tshikedi, e o então Chefe de Estado da Nigéria, Olosengo Obasanjo, para passar em revista a situação de paz e segurança na RDC.








