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Atrasos no atendimento médico

Jornal Opais por Jornal Opais
14 de Janeiro, 2025
Em Opinião

Nos últimos meses, tem ocorrido um aumento no número de óbitos verificados pelo atraso no atendimento médico. Existem diferentes factores, tais como falhas na gestão, falta de triagem dos pacientes, carência de profissionais de saúde e de infra-estrutura.

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Factores estes que poderiam ser acautelados pelo nosso Sistema de Saúde. Aos serviços de urgência dos hospitais, podem chegar diferentes casos: vítimas de acidentes aparatosos com feridos graves, enfartes, intoxicações alimentares, engasgamento, infecções respiratórias, etc.

Tendo em conta a diferente gravidade de cada situação, os pacientes não devem ser atendidos por ordem de chegada, mas sim consoante o tipo de gravidade.

No entanto, muitos são os países, inclusive Angola, que utilizam no seu Sistema de Saúde a ferramenta “Triagem de Manchester” como forma de evitar atrasos no atendimento médico.

Esta ferramenta é um sistema onde é atribuída uma pulseira colorida ao doente consoante a gravidade atribuída aos sintomas. Para cada nível de gravidade está definido pelo protocolo um tempo de espera recomendado para que o doente seja observado por um médico.

Mas, muitas vezes, devido à carência das pulseiras em alguns hospitais, este processo é assegurado pelos médicos e enfermeiros de serviço. Um ponto importante, é que as urgências hospitalares ainda não apresentam o número suficiente de profissionais de saúde especializados, bem como as melhores condições de trabalho para que as equipas de serviço possam realizar da melhor forma o seu trabalho.

Outro ponto é o grande número de pacientes que acorrem tardiamente aos serviços de urgências de unidades terciárias com critérios de gravidade provenientes do domicílio, por falta de assistência exitosa a nível da atenção primária ou secundária.

É indubitável que um maior investimento seria apostar na atenção primária e, consequentente, no Sistema de Saúde Angolano, onde a prioridade deve ser o atendimento focado no paciente e assim oferecer um serviço mais humanizado.

 

Por: SWEINE COELHO

*Médica, Especialista em Medicina do Trabalho.

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