OPaís
Ouça Rádio+
Sex, 6 Mar 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Arranque do ano lectivo 2023/2024 e a humanização nas escolas

Jornal Opais por Jornal Opais
8 de Setembro, 2023
Em Opinião

O início de cada ano lectivo suscita vários questionamentos sobre o ano transato e cria, ao mesmo tempo, várias expectativas para o novo ano lectivo. Assim sendo, para ano lectivo 2023/2024, há muitas expectativas.

Poderão também interessar-lhe...

CARTA DO LEITOR: “Congolenses” é a clínica dos telemóveis

É de hoje… Repatriamento de capitais e a dupla nacionalidade

Tribunal Africano

Olhando para a cartografia dos expectantes, é possível mapear os gestores escolares, professores, pessoal não docente, alunos e encarregados de educação. São esses elementos (e não só) que darão ‘nó’ ao ensino e aprendizagem dos subsistemas controlados pelo Ministério da Educação.

Dos vários assuntos abordados no arranque do ano lectivo 2023/2024, destacam-se as faltas de condições laborais, estruturais e material escolar.

Diante destas abordagens, há uma pergunta que não se quer calar: não havendo condições laborais, estruturais e falta de material escolar, já se pode falar sobre humanização nas escolas?

A reflexão faz jus ao serviço humanizado que tanto se quer no nosso país e, sobretudo, nas escolas.

Pois, não podemos falar em qualidade de ensino se não haver humanização nas escolas.

Do contrário, teremos e veremos quase sempre em todos os anos alunos a estudarem debaixo de uma árvore, institutos médios sem computadores nem laboratórios, encarregados de educação impotentes para proverem o mínimo para os seus educandos e, por fim, pouca qualidade na educação.

Por exemplo, se um professor não consegue ter casa própria, alimentação que dure 30 dias, lazer com dignidade e outros elementos das necessidades básicas do professor que concorrem para prestar serviço com brio e de qualidade, poderá cumprir com os ditames da humanização na escola?

Contudo, vê-se, muitas vezes, gestores escolares que não se importam com os seus professores (na pele de patrão ou colega, mas com a função de gestor) e professores transferem para as salas, se entendermos que o comportamento do funcionário depende em grande medida do chefe, criando falta de atenção e incompreensão das necessidades dos alunos ou ainda penalizar os alunos por conta da ausência de algum material escolar; e os alunos adoptam os mesmo modelo na convivência com os demais colegas de sala ou de escola.

A humanização nas escolas tornaria o processo de ensino-aprendizagem mais atractivo, onde o amor ao próximo seria o intermediário do sucesso escolar.

Por outro lado, permitiria aos gestores escolares, professores, pessoal não docente, alunos e pais e encarregados de educação colocarse no lugar do outro antes de tomar qualquer decisão contra outrem.

 

Por: ANTÓNIO KUTEMA

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

CARTA DO LEITOR: “Congolenses” é a clínica dos telemóveis

por Jornal OPaís
5 de Março, 2026

À coordenação do jornal O PAÍS, votos de óptima disposição! Nos dias que correm, com a situação financeira apertada, ter...

Ler maisDetails

É de hoje… Repatriamento de capitais e a dupla nacionalidade

por Dani Costa
5 de Março, 2026

S em necessidade de qualquer rastilho, a informação de que Angola terá recebido de Portugal apenas três milhões de euros...

Ler maisDetails

Tribunal Africano

por Jornal OPaís
5 de Março, 2026

Para proteger os direitos fundamentais, o Tribunal Africano dos Direitos do Homem e dos Povos (TADHP) tem a missão de...

Ler maisDetails

A colisão de direitos na era digital: entre a liberdade de expressão e a salvaguarda da honra

por Jornal OPaís
4 de Março, 2026

No actual estágio de desenvolvimento da nossa sociedade digital, a tensão entre a liberdade de expressão e a protecção da...

Ler maisDetails

CARLOS ALBERTO CARDEAU: “O empresariado não tem sido atencioso em relação ao desporto, em particular, o futebol na província do Huambo”

6 de Março, 2026

Importação de frango custa 300 milhões de dólares aos cofres do Estado

6 de Março, 2026
Fotos de Carlos Moco

LUZIMIRA DE CARVALHO JOÃO: “Enquanto não houver uma lei de protecção dos pacientes oncológicos, estes farão quimioterapia e serão obrigados a ir trabalhar”

6 de Março, 2026

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA: Silêncio contribui para a morte de várias mulheres

6 de Março, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.