O s acidentes de viação continuam a enlutar muitas famílias em Angola. O número de mortes é preocupante. O espaço entre uma tragédia e outra tem sido muito curto. Como é evidente, muitos cidadãos viajam. O terço, oração tradicional católica, vai sendo a regra na caminhada.
É o companheiro de viagem dos passageiros. Não o largam por nada! Chegar ao destino é a preocupação. Os familiares, volta e meia, ligam para saber como está a correr a viagem. Não tem sido fácil percorrer as estradas de Angola.
Respeitar rigorosamente os limites de velocidade, não falar ao telemóvel enquanto estiver a conduzir, manter a distância imposta pelo Código de Estrada, não conduzir sob efeito de bebidas alcoólicas são, entre outras, medidas que visam reduzir tragédias.
Para o efeito, a qualidade das estradas também contribui para uma melhor condução nas estradas do país. Pavimentação adequada, sinalização clara, iluminação, vias sem buracos garantem a segurança dos passageiros e não só.
Além da Huíla, Benguela e Luanda, províncias com registos preocupantes, ontem, em Icolo e Bengo, seis dos dez cidadãos que perderam a vida num acidente de viação eram médicos. Uma tragédia que chocou os angolanos. Por isso, é importante a criação de uma equipa multidisciplinar para estudar o fenómeno.








