OPaís
Ouça Rádio+
Ter, 10 Mar 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Todos os anos morrem mais de dois milhões de recém-nascidos

Jornal Opais por Jornal Opais
21 de Fevereiro, 2018
Em Mundo

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 70

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 73

Um novo relatório da UNICEF revela que todos os anos morrem 2,6 milhões de bebés com menos de um mês de idade, 1 milhão dos quais morrem no dia de nascimento, sendo os outros 2.6 milhões nados-mortos. Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância, 80% das mortes devem-se a nascimentos prematuros, complicações durante o parto ou infecções como a pneumonia e septicemia

Poderão também interessar-lhe...

Arábia Saudita, Qatar e Kuwait alvos de ataques com drones e mísseis

Explosão junto à embaixada dos Estados Unidos em Oslo

Mulheres de todo o mundo celebram hoje o seu dia

Em “Todas as vidas contam — A urgente necessidade de pôr fim à morte de recém-nascidos”, a UNICEF indica que a sobrevivência de recémnascidos está em grande medida relacionada com o nível de rendimento.

Em países onde o rendimento é elevado, a taxa de mortalidade média de recém-nascidos (isto é, o número de mortes por cada mil partos) é de apenas três. Nos países em que o rendimento é mais baixo, o número sobe para uma média de 27 por cada mil. A probabilidade de os bebés que nascem nos países mais inseguros morrerem é 50 vezes maior, comparativamente com os bebés nascidos em locais mais seguros.

Apesar do número de mortes em bebés entre um mês e cinco anos ter reduzido consideravelmente, o número de bebés que morre com menos de um mês ainda se mantém elevado — todos os dias morrem 7 mil recém-nascidos.

De acordo com a organização, a razão para estes números prende-se com o facto de a questão não poder ser resolvida apenas com medicamentos ou com intervenções individuais, requerendo antes uma abordagem a nível sistémico.

Os bebés com melhores probabilidades de sobrevivência são aqueles que nascem no Japão, na Islândia e em Singapura, onde as taxas são de 1 em 1.111, 1 em 1.000 e 1 em 909, respectivamente.

Por oposição, o Paquistão, com uma morte em cada 22 partos, a República Centro-Africana, com 1 em 24, e Afeganistão, com 1 em 25, são os países com piores probabilidades de sobrevivência. Portugal, por sua vez, tem uma taxa de mortalidade de recém-nascidos de 2,1.

Oito dos dez países mais perigosos para se nascer são da África Subsariana, sendo um deles a Guiné-Bissau, que se encontra em sexto da lista com uma taxa de uma morte a cada 26 partos. Isto deve-se ao facto de a pobreza, os conflitos e a falta de infraestruturas impossibilitarem que muitas grávidas sejam assistidas durante o parto.

Segundo a UNICEF, milhões de crianças poderiam ser salvas se mães e bebés tivessem assistência médica de qualidade e a um preço acessível, boa nutrição e água limpa, cuidados básicos que dizem estar “fora do alcance” de quem mais precisa.

O nível de acesso a serviços de saúde para mães e recém-nascidos “correlaciona-se fortemente” às taxas de mortalidade dos países. Por exemplo: a Somália, país em que um bebé recém-nascido morre em cada 26 partos, o número de médicos, enfermeiros ou parteiros para cada 10 mil pessoas é de apenas um.

Na Noruega, em que morre apenas um bebé a cada 667 partos, o número é de 218 médicos, enfermeiros ou parteiros para cada 10 mil pessoas. No relatório, a UNICEF diz que, se todos os países conseguissem baixar a taxa de mortalidade para o nível dos países com rendimento elevado, 16 milhões de vidas poderiam ser salvas até 2030.

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

Arábia Saudita, Qatar e Kuwait alvos de ataques com drones e mísseis

por Jornal OPaís
9 de Março, 2026

Catorze drones foram destruídos no Sábado pela Arábia Saudita, enquanto o Qatar foi alvo de 12 mísseis e os reservatórios...

Ler maisDetails

Explosão junto à embaixada dos Estados Unidos em Oslo

por Jornal OPaís
9 de Março, 2026

Uma forte explosão ocorreu ontem perto da embaixada dos Estados Unidos em Oslo, sem que nenhuma vítima fosse registada no...

Ler maisDetails

Mulheres de todo o mundo celebram hoje o seu dia

por Jornal Opais
8 de Março, 2026

O mundo celebra hoje mais um 8 de Março, data consagrada mundialmente à mulher. A efeméride tem origem nas lutas...

Ler maisDetails

Arábia Saudita tem apenas duas semanas antes de ter de cortar produção de petróleo, diz mídia

por Jornal OPaís
6 de Março, 2026

A Arábia Saudita será forçada a reduzir a produção de petróleo em duas semanas, a menos que retome as exportações,...

Ler maisDetails

Fundo soberano convida investidores a apostarem no sector da silvicultura

10 de Março, 2026

Liga exorta Estado angolano a coparticipar na medicação para doentes epilépticos

10 de Março, 2026

Esperança da Costa integra lista das 100 mulheres mais inspiradoras dos PALOP

10 de Março, 2026

UNITA mobiliza deputados para municípios do Moxico no quadro das XIII Jornadas Parlamentares

10 de Março, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.