A China está a au mentar rapidamente o seu arsenal nuclear. Os EUA, a Rússia e a França também estão activos neste do mínio e a alterar a estratégia para expandir as suas capacidades nucleares
O mundo está, assim, a entrar numa nova era nuclear, nu ma altura de tensão crescente. No início de fevereiro, o Subsecretário de Estado dos EUA para o Controlo de Armas e Segurança Internacional, Thomas DiNanno, anunciou numa conferência da ONU que Washington tinha conhecimento de que a China estava a realizar testes nucleares.
De acordo com os EUA, um desses testes teve lugar em junho de 2020 nas instalações de Lop Nur, no noroeste do país, apesar de uma moratória voluntária sobre este tipo de atividade que está em vigor desde 1996. DR bre Taiwan. Manipulação política, sons de Pequim Em resposta às informações dos serviços secretos norte-americanos, o porta-voz da embaixada chinesa, Liu Pengyu, disse à CNN que “os Estados Unidos estão a distorcer e a denegrir a política nuclear da China”.
“O Exército de Libertação Chinês tentou esconder os tes tes, ocultando informações sobreas explosões nucleares, por que sabia que os testes violavam os compromissos de proibição de testes. Pequim utilizou o método de dissociação para reduzir a eficácia da monitorização sísmica – para esconder as suas atividades do mundo”, relatou DiNanno. Este método consiste num teste realizado no subsolo onde a força explosiva da explosão é amor tecida.
O Gabinete do Tratado de Proibição Total de Ensaios Nucleares não pôde, portanto, in tercetar este ensaio. Evento sísmico suspeito O Secretário de Estado Adjunto dos EUA, Christopher Yeaw, forneceu mais tarde pormenores sobre o evento sísmico de 2,75 na
escala de Richter, que foi registado por uma estação de monitorização no Cazaquistão. Segundo afirmou, os dados apontam claramente para um ensaio nu clear e não para tremores provo cados por um terramoto ou mi nas. Além disso, algumas autoridades americanas disseram que Pequim estava a expandir significativamente as suas instalações nucleares e planeava realizar mais testes no futuro, de acordo com a CNN.







