O Irão ameaçou com uma retaliação “muito mais devastadora” se os Estados Unidos decidirem atacar alvos civis, informou a imprensa estatal de Teerão, numa aparente resposta às ameaças do Presidente norte-americano, Donald Trump, às centrais eléctricas e pontes do Irão se o Estreito de Ormuz não for reaberto hoje
“Se os ataques a alvos civis se repetirem, as próximas fases das nossas operações ofensivas e de retaliação serão muito mais devastadoras e generalizadas”, disse na segunda-feira o porta-voz da unidade de comando militar de topo do Irão. Trump disse no Domingo, na sua plataforma de comunicação social Truth Social, que “Terça-feira será o dia da central elétrica e o dia da ponte, tudo embrulhado num só, no Irão. Não haverá nada igual”.
Abram o maldito estreito, seus malucos, ou vão viver no inferno – fiquem só a ver”, continuou, acrescentando: “Louvado seja Alá”. Trump já tinha ameaçado o Irão com o “inferno” numa publicação separada nas redes sociais no sábado, a menos que abrisse o Estreito de Ormuz, uma via navegável crucial para o transporte global de energia que foi bloqueada pelas forças de Teerão. “Lembrem-se de quando dei ao Irão dez dias para fazer um acordo ou abrir o Estreito de Ormuz. O tempo está a esgotar-se – 48 horas antes que o inferno se abata sobre eles”. o mundo inteiro, mesmo nas periferias mais extremas”, recorda Bernardelli.
Essa viagem – entre Timor-Leste, a Indonésia e a Oceânia – foi a síntese do seu pontificado: uma Igreja que olha para onde o mundo não olha. Segundo Bernardelli, “foi o sinal de um pontificado que inverteu prioridades, abrindo obstinadamente janelas para questões que normalmente não entram na agenda dos poderosos do mundo.” Novo cessar-fogo Entretanto, Washington e Teerão terão recebido projetos de propostas que apelam a um cessar-fogo de 45 dias e à reabertura do crucial Estreito de Ormuz.
A proposta vem de mediadores egípcios, paquistaneses e turcos que estão a explorar formas de colmatar o fosso e acabar com os combates. Uma fonte familiarizada com a proposta disse à AP que os mediadores esperam que a janela de 45 dias proporcione tempo suficiente para conversações extensas entre Washington e Teerão para chegar a um cessar-fogo permanente.








