OPaís
Ouça Rádio+
Qui, 23 Abr 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

STF adia possível debate sobre prisão em segunda instância

Jornal Opais por Jornal Opais
12 de Abril, 2018
Em Mundo

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 70

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 73

O Supremo Tribunal Federal (STF ) adiou por alguns dias o debate previsto para Quarta-feira que poderá ter impacto no destino do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde Sábado, e também na agitada situação política do país

Poderão também interessar-lhe...

Israel anuncia retoma das negociações directas com o Líbano e aponta Hezbollah como “inimigo comum”

Quase 8.000 pessoas morreram ou desapareceram nas rotas migratórias em 2025, segundo a OIM

De visita à Guiné Equatorial, Papa Leão XIV condenou a colonização dos recursos minerais africanos

O ministro Marco Aurélio Mello havia antecipado que levaria a questão ao plenário na Quarta-feira para tentar discutir e definir a constitucionalidade da prisão de condenados em segunda instância, como é o caso de Lula.

Mas na noite desta Terça-feira, Mello decidiu suspender – por cinco dias – a apresentação do recurso do PEN (Partido Ecológico Nacional) para uma Acção Declaratória de Constitucionalidade (ADC) sobre a prisão após a condenação em segunda instância. Mello atendeu a uma solicitação do PEN, que se deu conta que a ADC poderia levar à libertação de Lula, algo que o partido rejeita.

Os 11 ministros do Supremo estão divididos, como o restante da sociedade, e as suas decisões são recebidas com desconfiança crescente por parte dos brasileiros, segundo os analistas.

O que será discutido é se um réu deve começar a pagar a sua pena de prisão depois de ser condenado em segunda instância. De acordo com a jurisprudência actual, isso é possível, como aconteceu com Lula, em que o TRF-4 confirmou a condenação do ex-presidente e aumentou a sua pena para 12 anos e um mês por corrupção.

Essa jurisprudência foi adoptada em 2016 por uma estreita maioria de 6 votos contra 5. Anteriormente, garantia-se o direito de recorrer em liberdade ante as máximas instâncias judiciais, em processos que demoravam anos. Mas os críticos dessa modificação querem revisá-la. Se conseguirem, a permanência de Lula na prisão poderá ser de alguns dias, pelo menos por enquanto.

Credibilidade e democracia O STF rejeitou no último dia 5 um habeas corpus para impedir a prisão de Lula. Mas uma das ministras que votou contra, Rosa Weber, deu a entender que era favorável a modificar a jurisprudência quando a questão fosse tratada de forma geral, e não por um caso específico, como foi o do ex-presidente.

Os partidários de rediscutir a norma reclamam um esclarecimento, porque a actual lei autoriza, sem impor, a prisão depois da condenação em segunda instância, o que deixa a questão ao arbítrio de cada uma das turmas que formam o STF.

“A impressão geral na população é de uma instabilidade nas decisões do STF e que são tomadas simplesmente em função das preferências na composição do tribunal” e isso é “muito ruim para a imagem do tribunal”, indicou à AFP Thomaz Pereira, professor de direito na Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro.

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

Israel anuncia retoma das negociações directas com o Líbano e aponta Hezbollah como “inimigo comum”

por Jornal OPaís
23 de Abril, 2026

O Ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Sa'ar, anunciou esta quinta-feira a decisão de retomar negociações directas com o...

Ler maisDetails

Quase 8.000 pessoas morreram ou desapareceram nas rotas migratórias em 2025, segundo a OIM

por Jornal OPaís
23 de Abril, 2026

A agência das migrações salientou que se estima que pelo me nos cerca de 340.000 familiares tenham sido directamente afecta...

Ler maisDetails

De visita à Guiné Equatorial, Papa Leão XIV condenou a colonização dos recursos minerais africanos

por Jornal OPaís
23 de Abril, 2026

Depois de Angola, o líder da Igreja Católica realiza a quarta e última etapa da sua digressão africana, onde cerca...

Ler maisDetails

Lula diz que Portugal é a “grande porta de entrada na UE” e critica Donald Trump

por Jornal OPaís
23 de Abril, 2026

Depois de visitar a Espanha e a Alemanha, Lula da Silva esteve em Lisboa para consolidar parcerias e defendeu que...

Ler maisDetails

Viagem Apostólica do Papa Lão XIV a Angola

Provedora de Justiça destaca avanços e desafios na consolidação do Estado de Direito em Angola

23 de Abril, 2026

Universidade Gregório Semedo e Óscar Ribas fortalecem colaboração académica

23 de Abril, 2026

Turbulência global leva Executivo angolano a reforçar medidas de protecção da economia nacional

23 de Abril, 2026

PGR defende instituições independentes para garantia de uma justiça administrativa eficaz

23 de Abril, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.