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Principais agências da ONUpedem ao mundo que “não abandone Gaza”

Jornal Opais por Jornal Opais
1 de Fevereiro, 2024
Em Mundo

Os líderes das principais agências humanitárias da ONU pediram, na Terça-feira, a mais de uma dezena de países que retomem o financiamento da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinianos (UNRWA, na sigla em inglês)

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“O mundo não pode abandonar Gaza”, afirmouse numa carta assinada por mais de uma dezena de dirigentes, incluindo o Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi, e o director da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Mais de 15 países, incluindo grandes doadores, como os EUA, o Reino Unido, o Canadá e a Alemanha, suspenderam o financiamento à UNRWA na semana passada, depois de Israel acusar uma dúzia dos 30 mil funcionários da agência de estarem associados ao ataque do Hamas em solo israelita, em 7 de Outubro.

Os líderes da ONU explicaram na carta que deixar a UNRWA sem financiamento “levaria ao colapso do sistema humanitário em Gaza”. “As acusações de participação de vários funcionários da UNRWA nos ataques atrozes contra Israel em 7 de Outubro são horríveis”, lê-se na carta.

“No entanto, não devemos impedir que uma organização inteira cumpra o seu mandato de servir pessoas que dela necessitam desesperadamente”, acrescentou o documento.

O secretário-geral da ONU, o português António Guterres, reuniu-se, na Terça-feira, em Nova Iorque, com 35 Estados-membros, mais a União Europeia, para tentar garantir a continuidade do trabalho da UNRWA, da qual dependem milhões de palestinianos.

No mesmo dia, o Canadá anunciou que vai atribuir 40 milhões de dólares canadianos (27,5 milhões de euros) para Gaza, através de outras agências da ONU.

A embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield, disse que Washington não descarta a retoma do financiamento, mas que são necessárias “mudanças fundamentais” no funcionamento da agência.

A UNRWA anunciou que já rescindiu os contratos de todos os alegados envolvidos no ataque contra Israel e abriu uma investigação.

A agência trabalha para fornecer apoio, protecção e satisfazer as necessidades mais básicas de cerca de 5,6 milhões de refugiados palestinianos registados na Jordânia, no Líbano, na Síria, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza.

Em 7 de Outubro de 2023, combatentes do movimento islâmico Hamas realizaram em território israelita um ataque que fez 1.139 mortos, na maioria civis, segundo o mais recente balanço das autoridades israelitas, e cerca de 250 reféns, dos quais mais de 100 permanecem em cativeiro.

Em retaliação, Israel declarou uma guerra para “erradicar” o Hamas, que começou por cortes ao abastecimento de comida, água, electricidade e combustível na Faixa de Gaza e bombardeamentos diários, seguidos de uma ofensiva terrestre ao Norte do território, que depois se estendeu ao sul.

A guerra entre Israel e o Hamas fez até agora, em Gaza, mais de 26 mil mortos, mais de 65 mil feridos e 8 mil desaparecidos, na maioria civis, de acordo com o mais recente balanço das autoridades locais, e quase 2 milhões de deslocados (mais de 85% dos habitantes), segundo a ONU, mergulhando o enclave palestiniano sobrepovoado e pobre numa grave crise humanitária, com toda a população afectada por níveis graves de fome.

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