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Presidente do Sudão recusa conversar com rebeldes e países que os apoiam

Jornal Opais por Jornal Opais
13 de Janeiro, 2025
Em Mundo

Perante uma guerra civil que dura há quase dois anos, o Presidente de transição do Sudão afirmou que não vai negociar com os rebeldes, nem com os países que os apoiam.

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O Presidente do Conselho de Soberania de Transição do Sudão, Abdel Fattah Al-Burhan, recusou este domingo conversar com os rebeldes e com os países que os apoiam, durante um encontro com o chefe de Estado guineense, Umaro Sissoco Embaló.

O general sudanês Al-Burhan chegou este domingo a Bissau para aquela que é a primeira visita de um Presidente sudanês à GuinéBissau e que tem como propósito discutir com o homólogo a actual situação política do Sudão e dos países africanos em geral.

Perante uma guerra civil que dura há quase dois anos, o Presidente de transição do Sudão afirmou este domingo que não vai negociar com os rebeldes, nem com os países que os apoiam.

Al-Burhan defendeu que os países africanos têm de deixar de procurar fora soluções para os seus problemas e tomar a iniciativa. “É obrigatório para nós termos soluções que partam de nós próprios”, considerou.

E acrescentou: os que estão fora “é que trazem problemas para os nossos países”, colocando-nos “debaixo do pé deles”. O chefe de Estado sudanês insistiu que “é importante” rejeitar “obrigações que vêm de fora” e considerou que o seu país está a revoltar-se contra “a nova colonização”, à semelhança do que fizeram no passado outros países da costa de África.

“O Sudão está a enfrentar uma guerra que tem muitas ramificações com muitos países a imiscuir-se, principalmente essa frente de rebeldes de vem de outros países, sobretudo países vizinhos”, apontou.

O general afirmou que “os rebeldes estão a cometer crimes que todo o mundo condena”. O Sudão enfrenta uma guerra civil, desde abril de 2023, com consequências que as Nações Unidas já classificaram da pior crise de deslocados do mundo, com dezenas de milhares de mortos e de refugiados, além da escassez de alimentos.

O conflito opõe as Forças Armadas Sudanesas (SAF) lideradas pelo Presidente Abdel Fattah AlBurhan, e as Forças de Apoio Rápido (RSF) comandadas por Mohamed Hamdan Dagalo, anteriormente aliado Al-Burhan.

No encontro deste domingo em Bissau, o Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, prometeu que “a Guiné-Bissau vai fazer tudo para usar a sua influência para alcançar a paz no Sudão e também fazer com que os irmãos se sentem à mesa porque só na base do diálogo” se pode alcançar um entendimento.

Sissoco Embaló lembrou que a Guiné-Bissau “já tem essa experiência” da guerra civil, em 1998, e defendeu que as partes em conflito no Sudão “têm que falar” para encontrar uma solução.

O Presidente da Guiné-Bissau referiu ainda que “há um ano e tal” recebeu o vice-presidente do Sudão, que este domingo está na parte beligerante, assim como se encontrou “muitas vezes” com o presidente Al-Burhan nas Nações Unidas, na União Africana, ou na OCI, a Organização da Conferência Islâmica.

“Quero também dizer que vamos apelar à outra parte de que é necessário que as pessoas se sentem porque a guerra civil só traz destruição”, disse Sissoco Embaló ao homólogo sudanês, na declaração conjunta à imprensa, sem direito a perguntas.

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